quinta-feira, 26 de agosto de 2010

- Seria o Brasil do Robinho, ou do Roubinho? 1º Capítulo

Seria o Brasil do Robinho, ou do Roubinho?
1º Capítulo - (Crônica com Humor não-publicada)
17/JUN/2005 (15 minutos após Brasil 3 X 0 Egito – Copa das Confederações da Alemanha)



            Enquanto um joga bola o outro pede bola, enquanto um joga de amarelo o outro joga de laranja, enquanto um tem comissão técnica o outra tem comissão parlamentar. E por ai vai: patrocínio, latrocínio, um com ótimo banco de reservas o outro com ótimas reservas no banco. Um tem um companheiro trombador, o outro um companheiro trombadinha. O Robinho vai para a Alemanha, o Roubinho, pra Suíça.
            Muitos de nós só se preocupam com o que acontece dentro de nossa casa. Fora dela, o que acontece não é de nossa conta. Dentro dela impomos regras, fora dela somos alheios. O bem-estar da comunidade não nos diz respeito. Esses não sabem o que é Cidadania.

            Qual o quê? O meu solo é verde-amarelo sim Senhor!!! Transposição do Rio São Francisco ou transposição do dinheiro público? O Ratinho já provou que é possível colocar água para aquele nossos irmãos de modo fácil, bom e barato, além, de transparente. Cisternas, poços artesianos. Ou o dinheiro não é fundamental. Ou você acha que eles se preocupam mais com a idoneidade? Façam-me rir. E o nosso intelecto, onde fica?

            Às vezes fico pensando: bem feito. Esse moço Roberto Jefferson, depois que perdeu metade do seu corpo, nos fez ver, pelo menos até hoje (16/06/2005) que tudo isso parece mais formação de quadrilha do que política de alianças. Repito: bem feito, quem manda se unir, nas aperturas, com más companhias, em nome de uma suposta governabilidade. E por falar em aperturas me lembrei de uma: “Tudo é relativo. O tempo que dura um minuto depende de que lado da porta do banheiro você está”. Isto nos salpica a todos brasileiros e brasileiras, como teria dito nosso ex-presidente. Aí nós dizemos: “Diga-me com quem andas e eu te direi se vou contigo”.            “Vossa Excelência é um ladrão”, “Vossa Excelência não é macho”. Etc. Etc. Quem disse? Sei lá! Todos dizem e sempre disseram. Só faltava que um desses senhores jurasse, de pé junto, abaixo da linha do equador, que devia tanto que nem podia chamar alguém de meu bem... se não o banco tomava dele. Lembre-se do seguinte: cada um deles recebe mensalmente R$ 12 mil que logo serão R$ 22 mil; auxílio moradia: R$ 3 mil; verba para despesas com combustíveis: R$ 15 mil; verba mensal de recesso: R$ 25.400; verba de gabinete: R$ 35 mi. Só até ai R$ 101 mil nas mãos de cada um deles todos os meses. Verba de passagens aéreas em número de quatro mensais além de morar de graça em apartamento luxuoso e poder contratar 20 servidores para o seu gabinete. Por tudo isso penso que eles devam ser melhores do que nós, pobres mortais. Têm até 14º salário, direito a 90 dias de férias todo ano e uma folga remunerada de 30 dias. Para não falar nos jetons que recebem por presença na câmara, como se isso não fosse sua obrigação. Tudo isso é feito legalmente. Imaginem o que fazem por baixo do pano e/ou quando participam, eles próprios de CPI’s para se julgarem.

            Em quem podemos confiar? Agora não é hora de justificações e sim de apurar a verdade, doa a quem doer, punições, de reaver o dinheiro roubado do povo, de cadeia. É hora de retratação por parte do governo diante do povo que foi espoliado, lesado, enganado em sua boa-fé.
            O Evangelho ensina que só a verdade liberta. Sonhar ainda é possível nesta Terra de Santa Cruz. O sonho é a matéria prima da esperança. O que seria o ser humano sem os seus sonhos.

            É como filosofaram Sócrates, Platão e Aristóteles quando se encontram num boteco para tomar umas: “Nunca desista do sonho. Se não encontrar numa padaria, procure na próxima”.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

- Homenagem para o Sandro Borges

HOMENAGEM DO CASAL ANTÕNIO FÁBIO E FERNANDINA E FILHOS.


À família do Sandro Borges.



ATESTAMOS que toda a família do Sandro, sua esposa Ângela, sua filha Ana Luzia, seus pais, o amigo e companheiro de seresta de adolescência Geraldo Borges, sua mãe Lecy, e seus irmãos Sérgio, Eliane, Anuska, Luciana, Cleise, Gessila, Juliano e Geraldo Júnior, são peças caríssimas de nossa coleção de benquerenças. Assim, na impossibilidade de nosso comparecimento, tomamos a liberdade de nos fazermos ouvir na voz do nosso amigo comum “Helinho” e transcrever, como forma de homenagem de aniversário de um ano de seu falecimento, um POEMA do amigo poeta Moacyr Sacramento, o Moa, fundador e baluarte da “Casa do Poeta” de Conservatória (RJ), que nos parece apropriado para a ocasião. O compositor e popular Sandro era amoroso, alegre, de personalidade carismática, de musicalidade nata. Seu único CD, “Alma Vadia”, e ele próprio, nos deixaram ainda “MOÇO”.

 O MOÇO

Não me perguntem quantos anos tenho;
e sim,
quantas cartas mandei e recebi.
Se mais jovem, se mais velho ... o que importa,
se ainda sou um fervilhar de sonhos,
se não carrego o fardo da esperança morta!
Não me perguntem quantos anos tenho;
e sim,
quantos beijos troquei – BEIJOS – de amor
Se a juventude em mim ainda é festa,
se aproveito de tudo a cada instante
e se eu bebo da taça gota a gota ...

Ora! Então pouco se me dá que gota resta!

Não me perguntem quantos anos tenho
mas ...
queiram saber de mim se criei filhos,
queiram saber de mim que obras eu fiz,
queiram saber de mim que amigos tenho
e se a alguém, pude eu, tornar feliz.
Não me perguntem quantos anos tenho
mas ...
queiram saber de mim que livros li,
queiram saber de mim por onde andei
queiram saber de mim quantas histórias,
quantos versos ouvi, quantos cantei.
E assim, somente assim, todos vocês,
por mais brancos que estejam meus cabelos,
por mais rugas que vejam no meu rosto,
terão vontade de chamar-me: O MOÇO!

E ao me verem passar aqui ... ali ...
não saberão ao certo minha idade,
mas saberão, por certo que eu vivi!

- Raiz de valores

         RAIZ DE VALORES

                                                   (10.02.2002 - crônica não-publicada)
         
            Às vezes falamos sem pensar e agimos espontâneamente. Vem-nos a cabeça diversas frases, diversos pensamentos e cenas, ocasionando um turbilhão em nosso cérebro. Às vezes, aliás, muitas vezes agimos por impulso, agimos contra nossa vontade, por necessidade. Só se tivéssemos um script, poderíamos saber o que pensar e falar em determinado momento. No nosso cotidiano nos deparamos com situações embaraçosas que nos tiram do sério, que nos levam a falar, gritar e botar pra fora tudo aquilo que nos vem à mente, coisas ruins e boas. Disso tudo falamos eu e o Erasmo. Já falei dele. É um amigo meu de infância. Ele é um pensador. Com ele aprendo muito. Disse-me que o mundo talvez fosse muito mais justo, mais ético, mais honrado se cada um de nós pensasse e agisse conforme o coração, pois muitas vezes a RAIVA se estabelece na área da razão, não que seja correto, mas com certeza não é no coração, se fosse, ao ilustrar o coração, pintaríamos de preto e não de vermelho, que é a cor da paixão, do amor, da ternura. Isso tudo num sábado, no bar do Manezinho, tomando Tônica com limão e caldo de mandioca. Não fumamos e não bebemos mais. Êta vida sô! Ai o Erasmo me disse que uma boa memória tem lá também as suas desvantagens... – Como assim? Perguntei-lhe. – Eu me recordo que tive um colega de serviço que se virou contra mim, um outro que cantava comigo e procedeu da mesma maneira sabendo que sua atitude não lhe traria nenhuma glória dada à falta de ética. Coçando a cabeça branca, ainda com cabelos, continuou: essa minha memória me traz constrangimentos, imagine que eu me lembro muito bem do que diziam há algum tempo o Lula, o Zé Dirceu, o Genuíno. E desencadeou outra ofensiva: segundo o mestre Aurélio, ética significa estudo dos juízos de apreciação referentes à conduta humana suscetível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja relativamente a determinada sociedade, seja de modo absoluto, e reclamou e esperneou e continuou – a idoneidade é a aptidão, a capacidade, a competência e a honra é o sentimento de dignidade, o brio, a grandeza, a honestidade, a consideração e a homenagem à virtude, às boas ações ou às qualidades de alguém. Um novo intervalo, desta vez para bebericar e lá vem mais Erasmo: a honra é, até hoje, uma das fontes de moral que orientam a sociedade. O seio da família traz a dignidade quando ela é digna, honrada, idônea. A ética nasce da base da existência humana e reside na razão. O afeto, a emoção, numa palavra (continuou) a paixão é um sentir profundo, é entrar em comunhão, sem distância. Com a intimidade de nossa antiga amizade foi logo me dizendo: estou quase acabando e deu uma pequena pausa para recuperar o fôlego e mandou ver: a ternura e o cuidado com o outro, o gesto amoroso que protege, o vigor quando necessário, os valores da democracia, a orientação para ver com os olhos da liberdade, o ensinamento de reais valores, o vigor e a contenção sem dominação, a direção sem intolerância, tudo que fundamenta uma verdadeira família nós dois temos, não é mesmo? – Nossa! Até que enfim a palavra me sobrou. Muito obrigado amigo. Espero que isto que você está falando, não seja porque lhe tenha sido negado, de alguma maneira, alguns de seus direitos, mesmo que afetivos, impossibilitando-o de demonstrar, com alguns dos seus, os reais valores de uma família unida pelos ideais. O Erasmo se calou, preferiu mudar de assunto. Pensei: que homem! Ficamos no conversê com os vizinhos de mesa. E o frio apertando (isto foi em julho). Ai ele me confessou que estava muito ansioso e que essa emoção era normal. Ponderou que todas as pessoas sentem ansiedade, em graus variados quando se sentem ameaçadas ou sob pressão. É um sinal de alerta que permite ao indivíduo ficar atento a uma situação adversa e poder tomar as atitudes necessárias para lidar com ela. Continuou... Isto funciona como forma de defesa, ou seja, é um sentimento útil a todas as pessoas. Sem ela ficaríamos vulneráveis a situações de perigo ou ameaças. Ela nos leva a enfrentá-las com sucesso. A ansiedade é diferente do medo. O medo é ligado a uma situação que apresenta perigo, real ou imaginário e nos leva a evitá-lo. Que não era o caso dele, segundo deduzi. Nesse espasmo de palavras livres, surgem a esmo diversos outros assuntos, sobre disputa, harmonia social, liberdade. E o frio apertando. Ai alguém bate no meu ombro, por detrás, tampa meus olhos e pergunta disfarçando a voz: “Guess who this”. Pedi-lhe: traduza meu. – Ele disse: adivinha quem é, e acrescentou “Do you spead inglish” – “I don’t ispique inglish” (eu não falo inglês) respondi-lhe no inglês do Lula. Virando-me vi que se tratava do casal 20 Chico Caiafa e Marta Baiana indo pra casa depois da cervejinha do sábado. Despedimo-nos e marcamos encontro para o sábado seguinte às 8 da noite no Casarão administrado pelo casal Márcio e sua esposa, ou na Churrascaria Lero Lero dos amigos Garapa e Gezilda, no Corujinha daquela família amiga e espetacular do Deacir (nesse local teria que ser mais cedo porque lá não é muito da noite não), ou no Doce Mania do Batista e Cristina sua esposa  ou  ainda na Pizzaria Piato D’oro do Sô Geraldo e Yeda e filhos, simpática e competente família importada do Paraná. Marque você, falei com o Erasmo. Em todos esses lugares sugeridos estaremos muito bem servidos. Podes crer ... - Sábado te telefono. Tchau. Tchau.

- Primeira enchente do século XXI

PRIMEIRA ENCHENTE DO SÉCULO XXI


Publicada em minha coluna SUBSÍDIO (Imparcial de 26.01.2003)


            O negócio é numerar mesmo as enchentes, senão corremos o risco de perder a conta. Antes também aconteceram outras, mas vamos falar somente daquelas que presenciamos desde meus tempos de adolescente. Lembro-me a de 52, a de 60, que levou a casa do Vavinho, a de 61 (a maior da época), as de 62, 63, 65 e a de março de 66 quando as margens do nosso rio Pomba foram alagadas por um período maior de tempo.
A de 1982 não atingiu as várzeas da estação. Foi do córrego do Tejuco e do rio Formoso pra baixo.
A água atingiu um nível de mais de metro na Praça central de Guarani, tendo havido grande prejuízo em dezenas de residências daquela cidade amiga e hospitaleira fato que se repetiu agora.
Em l979, aconteceu aquela que pensávamos ser a última do milênio, porque já se fazia 14 anos que o problema não se repetia. O governo achou por bem dinamitar a cachoeira de Passa-Cinco, rebaixando o seu nível em, aproximadamente, 3 metros. A história se incumbiu de mostrar que aquele procedimento não foi feliz, além de tirar todo o encanto e a beleza da cachoeira, pois as enchentes continuaram a acontecer.
Em 1983 aconteceu a 1ª maior enchente de todos os tempos. Em dezembro de 1999 nossa diretora e amiga Carmen Lúcia procurou-me e pediu-me que escrevesse sobre as enchentes que estavam acontecendo naquele dia, 09.12.99. Foi então que fizemos a matéria “A ÚLTIMA ENCHENTE DO MILÊNIO” publicada na edição de 19.12.99 de O IMPARCIAL. De lá pra cá, tomamos gosto de escrever, por isto estamos repetindo a dose. Na verdade não esperava que São Pedro também o fizesse.






            Não é que, hoje (20.01.2003), presenciamos a 2ª maior enchente de todos os tempos. Rio Pomba perdeu 9 pontes na zona rural, região mais prejudicada. A rodovia que liga Rio Pomba a Barbacena ficou interditada porque caiu a cabeceira da ponte do barão, aquela do trevo de Mercês, cidade que também ficou isolada porque além de cair a ponte Maria Clara logo na entrada do município, diversas barreiras interromperam os 6 km que ligam a cidade ao trevo. Silveirânia amanheceu sitiada porque as águas levaram a ponte do morro da Maria Ruberta (córrego das almas onde caiu um carro com um casal e três crianças. Todos se salvaram), logo naquela descida da Fazenda do saudoso Geraldo Faria. Não é que, na manhã de segunda-feira, 21, Piraúba amanheceu de luto porque um carro com 4 pessoas desapareceu nas águas do Ribeirão que, com a enchente atravessou para dentro do Hotel Prata.
            Estes 4 não tiveram a mesma sorte e foram encontrados no dia seguinte já sem vida. A Marmoraria Prata, e o Shopping e toda população também sofreu muito. Somente 4 anos se passaram após aquela última enchente do milênio (99), a que nos referimos, e nossa cidade amanheceu em polvorosa com todos estes acontecimentos e com uma enchente de toda pompa, como nos velhos tempos. Naquela ocasião já alertávamos a comunidade de que construir na Várzea da Estação seria construir num local inadequado e altamente perigoso. Não é que continuaram a edificar no mesmo lugar. E o pior, estão loteando a várzea do outro lado da ponte num local ainda mais perigoso onde as enchentes já derrubaram 7 casas da família Caiaffa Mendonça contando com a casa do Vavinho em 1960. Para falar a verdade, não sei a quem os proprietários deveriam pedir autorização para construírem lá. Se à Prefeitura, se a São Pedro ou... tendo em vista que o DOMICÍLIO É DO RIO. Pasmem!!! No local da antiga ponte da estação, aquela que o rio levou um dia, foi construída uma outra na mesma altura, ou seja, no mesmo nível, e, pra confirmar, foi inaugurada diversas vezes. Donde concluo, que quando o rio quiser levá-la de novo é só resolver. Sua tarefa foi facilitada. Hoje, a água já está passando por cima dela. Vamos aguardar a próxima enchente! Nós somos uma cidade privilegiada. Temos uma topografia invejável. Enquanto Guarani, Cataguases e outras cidades banhadas pelo o rio Pomba sofrem com as nossas enchentes, nós vamos à rodoviária e nos morros tirar fotos e dizer: Que beleza de paisagem! A cidade fica num nível muito mais elevado, portanto sem riscos. O único seria construir às margens dos rios, meu povo. Relativamente a tudo que tem acontecido no Estado e no País de um modo geral, devemos nos considerar premiados pela própria natureza. O Clube da Lagoa encontra-se também inundado e todas as ruas adjacentes também. A razão é simples e a solução muito difícil. Já foi objeto de uma matéria nossa: “Mergulhão da APAE”. A canalização foi muito mal feita, com tubulões insuficientes reduzindo a passagem da água em mais de 60%. Como é de se esperar, toda vez que chover, enchentes deverão acontecer novamente. Para piorar a situação, os ignorantes e criminosos da natureza ainda jogam pneus, colchões velhos e garrafas plásticas nos bueiros de lá. Merecem prisão e algumas solucionáticas podem e devem ser tomadas. Lata de cerveja você não encontra lá porque foi criada uma cultura de reaproveitamento pra elas. As garrafas plásticas, as embalagens de polietileno e outros corpos estranhos não devem ser jogadas lá, porque senão continuarão a ser uns dos fatores a contribuir para o entupimento dos bueiros e suas galerias pluviais. Saibam que hoje, no Rio, estão aproveitando estas embalagens em oficinas de artesãos para bolsas de praia, entre outros apetrechos da moda pet. Até roupa podem ser feitas com elas. Nem mesmo as prefeituras se preocupam com estas embalagens do lixo urbano. Devemos fazer uma lei obrigando as empresas que utilizam estas embalagens e recomprá-las para reaproveitamento. Devemos reeditar o personagem “Sujismundo” dos anos 70, lembram-se? Sobre o Bairro Nossa Senhora Rosa Mística, temos a dizer que o local foi escolhido para quadra de esportes para aquela comunidade tão sofrida. O projeto já se encontrava na Prefeitura, mas o Prefeito Toninho Motta não chegou a concluí-lo, em razão de seu falecimento. Pois bem, o local foi invadido pelos sem teto e somente não foi, a bem verdade e da justiça, um local hoje marcado por tragédia dessas últimas chuvas, porque o nosso prefeito Giovani houve por bem antever o problema promovendo a contenção das encostas, drenagem das águas das chuvas e sua urbanização, inclusive com calçamento em briquete de cimento e meios-fios. Quanto ao pessoal da Várzea da Estação não chegou a ser nenhuma catástrofe e o problema tem solução (murro de arrimo, de amparo, de fora a fora). Vemos todos os anos: Petrópolis, Teresópolis, Rio, Juiz de Fora, Angra dos Reis, Belo Horizonte, Contagem, Visconde Rio Branco e muitíssimas outras cidades - completo descaso às famílias carentes que ocupam morros, encostas, em meio às matas.
Deslizamentos, desabamentos e mortes, terror às famílias. Desalojados disputando abrigos com suspiro de crianças que brigam por eles, inocentemente. Quem morreu não volta mais.
            Quando acabarem as chuvas acabarão as ajudas? O que seria mais duro, a reconstrução das casas ou dos corações partidos? Em Rio Pomba não termos isso GRAÇAS A DEUS. Você não acha que regularizar a situação dessas pessoas com as escrituras pode levar outras famílias a ocupar outros locais de risco? Temos que pensar bem e procurar uma solução.



- Placas de Ruas

             PLACAS DE RUAS

                 Crônica publicada na minha coluna SUBSÍDIO (O Imparcial de 01.12.2002

            A QUEM INTERESSAR POSSA fica aí nossa sugestão para placas de esquinas de ruas. Acho que quase no mundo inteiro as placas são como essa do desenho nº 1. Você já reparou? Em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Ubá, Cataguases, Juiz de Fora, Fortaleza, Curitiba e todas as capitais do país, Buenos Aires, Montevidéu, e até mesmo nos Estados Unidos, França, e Itália, etc. Como sei? Reparo no cinema e na TV. Abro parênteses. Pensei em propor isso ao Dr. Maurício Campos quando ele foi prefeito de BH, mas não o fiz por falta de oportunidade. Dr. Maurício é, como nós, do partido “RP” (Rio Pomba). Por ocasião do acidente automobilístico do qual foi acometido, juntamente com sua esposa Dona Selma, seguimos de perto, torcemos, rezamos e estamos muitíssimos satisfeitos com suas recuperações. Dr. Maurício, aquele abraço. Fecho parênteses. Não sei como ninguém não pensou nisso até hoje!! Apenas como um pequeno exemplo citamos: Quando você vai ao Rio, percorre a Av. Princesa Izabel, pega a Atlântida e quer entrar na Figueiredo Magalhães, você anda mais devagar (quando a trânsito permite) vai olhando as placas que só consegue ler quando já passou por ela. Aí você observa: acabei de passar pela Rodolfo Dantas, a República do Peru, a Hilário Gouvêa. Será que está longe de eu entrar? Mesmo quando consegue parar em frente à placa não consegue ler o nome da rua perpendicular à que você está. É uma PLACA BURRA. Aí você lê olhando para traz: Constante Ramos. Puxa! Tenho que voltar. Errei a rua. Assim é em BH, em Juiz de Fora... Em todas as cidades. Em todos os cruzamentos. Repare, se ainda já não o fez. Ficaríamos contentes se Rio Pomba servisse de exemplo para as outras cidades do planeta. Por que não?


            Você pode estar se perguntando, muitos tomados de admiração, outros até de indiferença, ou até mesmo de indignação, mas o que esse cara quer mesmo? Quer ser prefeito? Quer aparecer? Sugerir coisas para a casa dos outros? Pensa que é fácil fazer as coisas sem dinheiro?Ao que o cara pálida aqui responde: nós, nós mesmos, os que comemos três vezes por dia em REAIS condições (dólar não) temos consciência, planejamento. Sabemos o que estamos querendo para nossa casa. Rio Pomba é nossa casa. O dinheiro e a verba são secundários relativamente à idéia e a vontade política. Sem esses dois últimos, nada feito. Lembro também que nunca falei mal, nunca fiz matéria ofensiva à honra de quem quer que seja. Educação aprendi no berço. Fico triste quando a pessoa não compreende e não entende o que está escrito. A beleza está nos olhos de quem a vê. Nossas sugestões são um direito democrático e mais de 90% delas não se gasta dinheiro. São viáveis. Respondo-lhe ainda que as pessoas acham o mesmo que eu, porém (como já disse) não têm coragem de falar e muito menos de escrever. Percebi isso quando recebi mais de 50 (cinqüenta) visitas e telefonemas de apoio ao Subsídio e suas idéias.

            Agradeço sensibilizado às sugestões para candidatar-me a prefeito. Porém Á GUISA DE ESCLARECIMENTO digo-lhes que o saudoso Toninho Mota queria porque queria que eu fosse candidato à sua sucessão. Todos anos muitos amigos me procuram para me sensibilizar nesse sentido. Diversos partidos. A QUEM INTERESAR POSSA REPITO: não tenho esse desejo. Não tenho pretensões políticas e penso que nunca as terei. Não gosto e até já pensei que o Ciro poderia ser o genérico do Serra. Repito: escrevo sobre esses assuntos porque gosto, sou metido, procuro entender ou entendo mesmo do assunto e a maioria dos leitores) (não leia eleitores, pelo amor de Deus) me estimula com suas opiniões, elogios e até discordância. Por que não? Muitos dizem que aprendem com o meu Subsídio. Fico orgulhoso. “Vaidade, nada mais que vaidade”.A aqueles que pensam que isso ou aquilo é humilhar, respondo: Sabe o que humilhar? È o massacre que vem sofrendo o povo palestino, através de Israel de Ariel Sharon. Até parece Adolf Hitler, hitlerismo – chamaríamos. Benza-te Deus. Não é humilhar, ferir, diminuir ou qualquer tipo de agressão ao trabalho de quem quer que seja – sugerir a melhoria da qualidade de vida do nosso povo. A isso chamamos Ato de Cidadania, e é dever de todos nós faze-lo. Aprendi com um pensamento de Galileu: “não se pode ensinar alguma coisa a alguém; pode-se apenas auxiliar a descobrir por si mesmo”.


NOTA DE 16.06.2010: Fui convocado pelo prefeito Dr. Fernando, agora em janeiro de 2010 e ele me afirmou que vai fazer as sinalização da cidade conforme minha proposta. Aguardemos!!!

- Piato D'Oro na cabeça...

         PIATO D’ORO NA CABEÇA
                                             (Crônica não-publicada - 17.02.2002





            Triiin, triinn, triiinn. Alô. É você Erasmo? Que prazer. Que mandas? - Uai! Vamos continuar nosso papo de sábado passado. – Você quer ir aonde? – Estou a fim de uma pizza. Minha escolha deu Piato D’oro na cabeça. Leve a Fernandina. – Sê que manda, estamos indo pra lá. – Combinado.- Telefonei para o Chico e Martha, mas eles preferiram ir para a lanchonete “Doce Mania”. Por volta de 8:20 h da noite nos encontramos naquela Pizzaria, comparável às melhores do estado, com aquele atendimento e aquela simpatia da família do Sô Geraldo. Pedimos sucos de coco e graviola, enquanto saia a pizza média de calabresa assada no forno à lenha, escolhida entre 60 sabores. A noite ainda era daquelas friorentas. E de cara já ataca meu amigo-filósofo Erasmo: sabe Totõe, você e a Fernandina são um casal rico. – Tais brincando. Retruquei. – Explico, continuou o Erasmo: é que suas observações e críticas são construtivas, não se escondem no anonimato. Só porque você não escreve para agradar, não podemos chamá-lo de chato por isso. Suas críticas não podem ser consideradas ressentimento, nem coisa de fraco, como é moda dizer em certas rodas intelectuais. Sabe quem é você, Totõe? Sou Eu. O outro agora é sinônimo de perigo iminente e a gente passa a vida tentando se proteger do outro, se isolando do outro. A gente acha que tudo na vida só acontece com o outro. Acontece que nós somos o outro do outro.O mundo parece que se tornou um lugar contra e não a favor do ser humano. Por isto continuou filosofando: podemos papear por muitas horas, pois o outro sou eu. – Fernandina interveio dizendo: você está massageando o ego do meu amor. – Que nada, isto é uma forma de riqueza. Pode-se ser muito rico sem ter dinheiro. – Por esse prisma, atentando no julgamento do amigo, constatei que realmente sou muito rico. Tenho uma riqueza suprema de viver em paz com a minha consciência, de fazer aquilo que gosto, de curtir o que tenho, adquirido com sacrifício. E, só tenho algumas virtudes, num universo de milhares de defeitos: nunca tive inveja de nada e de ninguém, também não desejo mal pra ninguém, nem sou vingativo. Quanto ao orgulho, no sentido de dignidade pessoal, brio e altivez, não me parece pecado, nem defeito. – É Totõe, realmente a gente conhece tanta gente rica monetariamente, mas que não passa de pobre endinheirado e avarento. E citou um bom número deles. E as pessoas chegando. E o recinto se enchendo. O ambiente aconchegante nos cumprimentava. E continuou o Erasmo que também é bom de canto: sobre os excessos e limites entre pais e filhos tenho a lhes dizer, Totõe e Fer, que as crianças e os jovens de hoje estão mais espertos, mais ousados, mais imaginativos por serem expostos às novas tecnologias que lhes permitem um desenvolvimento cerebral excepcional. Vídeo games, computadores e TV são uma ginástica para os seus cérebros e os sintonizam com a cultura de sua época – que, infelizmente, inclui o imediatismo e o consumismo como itens básicos. Todas as novidades vão sendo incorporadas à vida das crianças como se fossem necessidades. Tenho um conhecido que deu de presente de natal para sua filha de 10 anos um celular que, como o microondas, pode até ser cancerígeno. Melhor seria que lhe desse um brinquedo próprio da idade. E olhe, seus pais são da classe média baixa. Isto é uma corrida para lugar nenhum. É da constituição do aparelho psíquico ter que lidar com a falta. E é indispensável ao amadurecimento saber que não se pode ter tudo. As frustrações é que nos obrigam a criar caminhos alternativos de obtenção de prazer e satisfação. As “interdições” vão demarcando valores e limites: certo e errado; desejável, indesejável; permitido, proibido;possível, impossível.
            É um desfavor aos filhos, em longo prazo, ceder a todas ou quase todas as suas pressões. O que hoje parece deixá-los felizes custará um preço alto no futuro: eles vão estar mal preparados para lidar com as exigências, sacrifícios e as asperezas da vida. E a vida é dura: exige obstinação, sacrifícios, adiamento da gratificação, luta.
            Chegou a pizza! Até que enfim. – Demorou muito? – Não. É até melhor, porque assim podemos aprender mais com o Erasmo, disse ao proprietário Sô Geraldo. Olhe quem está chegando. A Sônia Costa. – Prazer. – Igualmente. Aí, aproveitei o intervalo para me desculpar com a Sônia por não tê-la chamado e pedir um refrigerante diet pra ela, pra mim e pro amigo filósofo e uma cervejinha para a Fernandina.
            Falamos da nossa real e precária situação, principalmente por convivermos com muitas pessoas sobre o mesmo teto financeiro, vez que não é da nossa índole deixar parentes e amigos desamparados. Para explicitar melhor a situação através de uma piada comparável a uma parábola contamos: “Orgulhoso, o pai exibe seus trigêmeos recém-nascidos a um amigo. – O que acha? – pergunta. – Bem, se eu fosse você – diz o amigo -, ficaria com esse aqui”.Rá, rá, rá. - Nosso filósofo, olhando para o lado, saiu com esta: ‘TÁ VENDO AQUELE CARA ali na mesa ao lado perturbando aquela morena? – Como? Ele nem está olhando pra ela! – Pois é isso mesmo que está perturbando a coitada.” Ruuun! Rá, rá, rá. Ré, ré. Se quiser sacanear a seriedade, tem que ser com humor.


            E a conversa continuou. Falamos do livro que estou escrevendo de “CULINÁRIA, CULTURA E HUMOR”. Falamos que a função da mídia numa democracia é a de informar e contribuir para a formação da opinião pública. Da luta de jornalistas, para que seus leitores saibam das verdades de que não devem ser originárias de interesses mercantis e sim de caráter público, da lealdade, da ética, da honra. Da tão propalada reforma da Previdência Social. Se é válido o princípio constitucional de que todos são iguais perante a lei. Dos pedágios, uma de nossas irracionalidades contemporâneas. Tempos de atrapalhos, a multa como o meio e não o fim. De justiça ou a falta dela. Da onda de descrença. Dos espertos e otários. Dos dissidentes ou coerentes. Das forças armadas não terem preparo para atuar como polícia com exceção ao namoro do filho do presidente. De suas excelências, os criminosos. Das teimosias e intransigências. Dos cochilos e cochichos.


            Como falamos! Quando olhamos em volta as pessoas já haviam desaparecido uma a uma e o cenário também estava prestes a fazê-lo. Um outro encontro ficou para ser marcado para ocasião oportuna. Despedimo-nos.


Aos nossos leitores e amigos, um bom e fraterno domingo. Até a próxima.

- Passear no passeio, nem pensar... Não tem jeito.

PASSEAR NO PASSEIO, NEN PENSAR... NÃO TEM JEITO.
SUBSÍDIO (O Imparcial de 15.06.2003)



            Eram 11 e pouca da manhã. Podia ser de manhãzinha ou de tardinha, mas não era. Era por volta de 11:20h. Não num lugar qualquer, mas outra vez em frente à bonita e bem montada agência da Caixa Econômica Federal, onde trabalham diversos amigos meus. Estava voltando dos Correios, onde fui colocar uma carta para meu filho que está morando nos States. Naquele dia, ainda não tinha conversado com Mundinho do Posto. Elemento competente esse Mundinho. Boas idéias! Estava vindo pra casa, a aula do Colégio Regina Coelli acabando e do Ginásio também. Vou falar Ginásio mesmo. Vocês entenderam, não é verdade? No alto, o céu era de um azul entrecortado de nuvens. Estava frio. O sol oblíquo, em virtude das tais nuvens, ainda não conseguira vencer aquele pequeno prédio da farmácia do Zé da Farmácia, hoje o prédio da Caixa. Por incrível que pareça, este prédio era afastado uns 3 a 4 metros. Nos fundos, havia e ainda há um grande espaço para eventuais aumentos da área útil. Parece que tudo quanto é instituição financeira tem que tirar uma lasquinha. Tem que ganhar de alguma maneira, geralmente com a anuência dos governos. Não estão nem aí para os outros. Vejam que os bancos sempre estão a aumentar os seus lucros pelas políticas econômicas de todos os governos. Gostam de levar vantagem em tudo, como teria dito o Gérson, o canhotinha de ouro. Pois bem, a Caixa acresceu suas dependências colocando uma rampa (de interesse particular) para dependentes físicos sobre o passeio, ocupando, mais ou menos, 30% dele e ganhando espaço destinado ao transeunte comum. Um absurdo. Não somos contra essas rampas para dependentes físicos. Temos até uma filha de 27 anos excepcional. Mas ela não pode mesmo se valer deste tipo de coisa, infelizmente, dado o seu grau de comprometimento. O problema é o lugar onde a rampa foi colocada. Se pelo menos o prédio já tivesse sido feito assim. Mas não foi. Ele era afastado, como já disse, mas poderia ter sido aumentado pra frente da rua deixando os 1,20 cm da tal rampa no espaço interno da Caixa, não se prejudicando, não prejudicando o povo e nem tirando a estética da bonita Avenida. Voltando “à vaca fria”, estava retornando dos Correios e, em frente à Caixa, não me coube junto com os alunos que vinham do Ginásio e os que estavam saindo do Colégio Regina Coelli. Isto porque a tal rampa ocupava grande espaço do passeio. E olha que eu sou pequenininho! Se vier então uma família (pai, mãe e dois filhos), de mãos dadas ou não, como é comum aqui, quem vier em sentido contrário tem que esperar. Seu trânsito, livre e solto, foi impedido. Este passeio sempre foi um dos orgulhos da cidade. É um precedente inqualificável. Agora todo o comércio tem o direito de fazer isto também daqui pra frente. Você não acha, ou os direitos não são iguais? O direito de um acaba quando começa o do outro. Às vezes, fico pensando que a gente devia entrar num acordo: os veículos, carros, motos e bicicletas nas ruas; as mercadorias dos comércios, inclusive bancários, no seu interior; e os transeuntes nos passeios. Vocês não acham? Mas não é isto que está acontecendo. Os passeios estão sendo invadidos por interesses particulares. Como teria dito o Boris Casoy: “Isto é uma vergonha”. Podem andar pela cidade toda e verão mercadorias expostas em cima deles prejudicando as pessoas. Já vi uma senhora de uns 70 anos andando com dificuldade, sair do passeio por falta de espaço, de costas para o trânsito, colocando sua vida em risco, desnecessariamente. Isso na rua do Clube dos Trinta. Aqui na praça isto acontece muito também. Fica “coei”, meu povo! Fica esperto. O Márlon (meu filho) gosta de falar assim. Ele está certo. Outra coisa: as bicicletas estão andando muito nos passeios. Quando eles existem, porque na Av. Dr. José Neves, principalmente, existe um longo trecho que permanece, há anos, sem o mínimo de cuidados, e ainda sem passeio. Pasmem! Deixado a Deus D’ará. O Subsídio já escreveu uma matéria intitulada “A vez de quem está a pé”, isto também nas páginas deste jornal, em 27.JAN.2002. Não custa relembrar de alguns alertas: Pedestre – Nas Ruas: não seja infrator, ande na linha – Nos Trilhos: não ande na linha senão o trem pega. Senhores motoristas, quem estiver atravessando a rua sempre terá a preferência de passagem. O CICLISTA, empurrando a bicicleta, pode ser equiparado ao pedestre em direito e deveres. Pedalando tem que obedecer às leis do trânsito. Você já viu uma bicicleta, por exemplo, em Juiz de Fora, na Av. Rio Branco, na contramão. Isso é uma constante nas nossas ruas. Lembramos, outra vez, que o ciclista que conduzir sua bicicleta NA CONTRAMÃO ou nos PASSEIOS, onde não seja permitida a circulação, está sujeito à multa e remoção da bicicleta. A multa nesse caso é considerada de natureza leve e o seu valor é de R$ 23,00.



            Somente a morte não tem solução. Esta tal rampa da Caixa pode ser transferida para a porta principal e, conseqüentemente, para o seu espaço interno. Claro, com compreensão e boa vontade. O Banco do Brasil tem uma rampa com a mesma finalidade, porém no seu espaço interno. Um exemplo a ser imitado.


“Defeitos não fazem mal, quando há vontade e poder de os corrigir”. (Machado de Assis)

NOTA de 16.07.2010 – O problema persiste. Após sete anos nada resolvido. Agora a CEF fez outra rampa em substituição à anterior com os mesmos defeitos acima mencionados. Poderia tê-lo feito no espaço interno da Caixa, não se prejudicando, não prejudicando o povo e nem tirando a estética da bonita Avenida. Espaço sempre teve e continua tendo.