domingo, 13 de maio de 2012

- Pça. Dr. Último de Carvalho e R. Quírico Marini nos moldes do Alphaville lagoa dos ingleses

(Documento entregue ao Sr. Prefeito Dr. Fernando Antônio Dutra Macedo) – entre outros – convocado que fui)

      Esta nossa praça sempre foi objeto de orgulho da nossa Cidade Sedução. O saudoso prefeito Paulo Furtado (quanto tempo!) foi o último e remodelá-la. Pensamos que seria necessário calçá-la, evitando assim a proliferação de bactérias em virtude dos cães e gatos. Isto foi feito nas Praças Raul Soares de Ubá e de Belo Horizonte e estão fazendo em muitas praças do Rio. Nela também deveria ser construído um mictório público nos moldes do Parque Halfed de Juiz de Fora, Gramado (RS) e muitas outras cidades, tendo em vista que nossa cidade é muito festeira.
      NA Rua Quírico Marini, o Toninho Mota já ia fazer um virador no fim da rua e providenciar um calçamento adequado, ou até mesmo, o seu asfaltamento ou calçamento em broquete de cimento. Tenho a dizer que, para que isto aconteça é necessário refazer a rede de esgoto e água pluvial, danificadas.
      Hoje, Dr. Fernando, estou apenas fazendo uns pequenos esclarecimentos, por óbvio e anexando algumas imagens para melhor compreensão da ideia. Antes disso, teço alguns comentários sobre um lugar maravilhoso que poderia nos servir de exemplo, claro, assim:
Alphaville lagoa dos ingleses é uma lagoa artificial, situada no município de Nova Lima, Minas Gerais criada com o objetivo de ser uma barragem para armazenar água da chuva que posteriormente seria utilizada para gerar energia elétrica para a Mina de Morro Velho.
      Hoje um empreendimento urbanístico que se transformou no grande responsável pelo novo cenário da rodovia que liga Nova Lima a Ouro Preto, a 20 minutos da capital mineira.
      É isto que queremos para Rio Pomba. Um cenário que ficará marcado positivamente na memória de todos, inclusive dos visitantes. Uma forma melhor de viver a vida, sem as atribulações do dia-a-dia e com uma agradável sensação de bem-estar e conforto, em um lugar de prazer e harmonia com a família, com os amigos e com a natureza. O projeto foi inspirado em modelos similares implantados nos Estados Unidos, como o Les Jardins e Boca Raton onde nasceu meu neto Brandon, filho do meu filho Márlon, que, felizmente, já tive a graça de conhecer pessoalmente.
      Sim, pode-se dizer que é uma nova região de expansão nos subúrbios de Belo Horizonte. Distante cerca de 20 minutos de carro do Belvedere, a Lagoa dos Ingleses é uma lagoa de água cristalina e limpa, rodeada por montanhas de vegetação seca e próxima à BR-040, que liga BH ao Rio. Em volta da lagoa, existe uma área comercial com restaurantes, lojas, pizzarias, posto de gasolina, escola, faculdade, clube, farmácia etc, além de vários condomínios residenciais independentes. Foi tudo idealizado em 1998, e hoje, é um sucesso. A área comercial é totalmente aberta ao público, e fica lotada nos finais de semana. A fiação é totalmente subterrânea, as calçadas são todas padronizadas e os jardins e o paisagismo é impecável. É tudo limpíssimo. Não são permitidos outdoors e nenhum tipo de poluíção visual.

Veja que é bom para Rio Pomba fazer aqui uma coisa semelhante. As ruas são assim:






“Meus filhos terão computadores, sim, mas antes, terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever – inclusive a sua própria história.”
                                                           (Bill Gates)
NOTA – 04.01.2012 – A Rua Quírico Marini foi calçada e tudo resolvido conforme nossas sugestões, mas o viradouro necessário não foi feito. Quanto à nossa Pça. Dr. Último de Carvalho, ao que tudo indica não terá o mictório público sugerido nem tampouco o calçamento.


      

- O IMPARCIAL, Patrimônio Cultural da cidade

Publicado na minha coluna “Subsídio” do jornal “O Imparcial” em 19 de maio de 2002.


      QUANDO comecei a escrever sobre esses assuntos que tenho normalmente abordado, nossa diretora e amiga Carmen Lúcia me disse que me preparasse para as incompreensões e toda sorte de divergência. Bom! Como bom democrata, estamos aí. Lícito supor então, que o mar não seria só de rosas... Não tenho pretensão de agradar a todos. Penso que, assim como o passe é o gesto mais fraterno do futebol, as ideias, o alerta, as críticas construtivas com soluções apresentadas e a busca delas, também o seriam para todos nossos munícipes.
      Um dia desses, encontrei um amigo meu de infância e marcamos um encontro para colocarmos as fofocas em dia. Ele disse que lê minhas matérias, fez-me alguns elogios, mas acho mesmo que ele queria era brincar comigo. Morder e soprar, jogar confetes e alfinetes com a mesma língua afiada e justa. Perder tempo em falar de temas de certos gêneros. A coragem de enfrentar outros desafios. Tudo falamos em menos de dois minutos. Disse-lhe que tenho consciência de meus limites. Sou amador na arte de escrever (amador significa: “aquele que faz o que ama”). O fascínio dos temas e o incentivo dos leitores e amigos não me deixam parar. Jamais pegaria um grão de areia, um barbante e transformaria esses temas em obra literária, assim também um latido, um gorjeio em poética reflexão, como faz o amigo Santão em suas crônicas, desde a época do Ginásio. Que o diga o admirável ser humano, exemplo de vida e hombridade, o amigo Prof. Wilson. Como diz o ditado, atrás de grandes homens, grandes mulheres. Aquele meu amigo de infância despediu-se de mim perguntando sobre O IMPARCIAL. Leia e veja aí a resposta em poucas palavras: não tenho gostado nada do que tenho visto e ouvido do administrador de empresas Leandro e sua mãe Carmen Lúcia. Assusta-me. É preciso saber que os diretores do jornal vivem de outras rendas, e não são, portanto, dependentes dele. Dependentes dele somos todos nós, e não é justo que só os diretores arquem com o prejuízo. Este 5º Jornal do país, que nos enche de orgulho, há muito tempo já pertence a uma família maior: a riopombense. Sobreviver só de idealismo, abnegação e história é exigir demais, principalmente para os mais jovens.
      Vamos à luta. Vamos procurar subsídio e soluções onde quer que estejam. Passamos a bola para os nossos políticos e entendidos do assunto. Fica aqui também o nosso alerta. O nosso cronista-maior, o Santão, e o não menos amigo Roberto Nogueira já viram isso. “Cem Anos-Luz”, que maravilha! Que pena, o espaço é pouco. Tomara que não precisemos continuar com o assunto, por solução. Vamos às...

                          Rapidinhas
• PREPAREM-SE para madrugar:
03/jun./2002: Brasil x Turquia (6h Brasília);
08/jun./2002: Brasil x China (8h30);
13/jun./2002: Brasil x Costa Rica (3h30).
• BANCO DO POVO: Uma realidade em Rio Pomba. Parabéns, Sr. prefeito Giovani Baía.
• ILUMINAÇÃO PÚBLICA: A implantação da luz a vapor de sódio reforça de modo contundente o aspecto paisagístico da cidade. Quem aqui chega à noite, de cara, tem muito boa impressão e se sente confortado e seguro. Parabéns, novamente.
• CONVÊNIO de cooperação mútua com a Sociedade Musical Sta. Cecília. Parabéns, Sr. Prefeito e ao amigo Romeu Canônico.
• RECUPERAÇÃO asfáltica de ruas da cidade. Está sendo a melhor, a mais bem feita e a mais completa dos últimos anos.
• LICENÇA PARA MATAR. HOMEM DE BEM. Boa notícia para os assassinos: Guilherme de Pádua e Paula Thomas já poderão ser considerados pessoas de bem. Registramos aqui nosso repúdio e descontentamento ao Tribunal de Justiça e a esse exemplo de indignidade e direito de matar pela primeira vez. Penso que essa Lei deva ter sido feita por malfeitor. Um terço da pena e sua extinção e indulto, mesmo que o assassino tenha praticado com requinte de brutalidade, perversão e covardia. Certamente essa Lei não teve o objetivo de coibir o impulso criminoso e sim o direito a um homicídio. Como explicar que o crime não compensa e a honra aos vilões? Por essas e outras foi que parei com minha faculdade de direito. É a Lei e JUSTIÇA CEGA. Êta Código Penal!!!
NOTA de 17.02.2012 – O Imparcial passou a quinzenal e a situação encontra-se estável graças, principalmente, à sua Diretora Carmen Lúcia.

sábado, 12 de maio de 2012

- Novamente a ladeira

     

Já falamos desse assunto no meu VII artigo neste jornal, que nos enche de orgulho, isto em 23.DEZ.2001. Trata-se da Rua João Marcelino, a Rua do Clério Supermercado. A rua do ginásio, ladeira João Marcelino, como era conhecida. Muitas das nossas soluções apresentadas foram colocadas em prática, porém outras não. O problema não foi solucionado de vez, daí voltamos a falar dele. A perfeição não é humana. Quando Éder Jofre fez uma crítica construtiva ao Popó, ele não gostou. Depois, Popó se despiu das luvas e... E os dois se abraçaram. Quando criticamos acham que somos do contra, quando elogiamos estamos assim com o homem...      
      Uma crítica, técnica ou não, certa ou errada, já que esta coluna não fala do homem - não deve ser levada para o lado pessoal. Todo jornalista (sou um observador) precisa de ampla liberdade para analisar e tem a obrigação de ser imparcial. Alguns, hoje poucos, não me entenderam nesse mister. Ninguém gosta, mesmo quando elas são corretas. Toda pessoa precisa da aprovação do outro. Essa é uma das fraquezas humanas. Não é do meu feitio me embalar ao som de Luca cantando “To nem ai, to nem aí...” Na época da minha primeira fala sobre a ladeira os problemas brasileiros eram outros.     
      Hoje são os imigrantes (ou mesmo visitantes) latinos que são tratados de forma grosseira, deseducada, hostil e arrogante pelos funcionários do governo americano. Diferentes dos estadunidenses, que, nesta época do ano, vêm ao país do carnaval gozar – nos vários sentidos que este verbo pode assumir. Eles vivem em estado de alerta pelo que semearam após a Segunda Guerra, nós não. Somos pacíficos por natureza. Então por que a reciprocidade nestes moldes? É revidar. É o olho por olho, dente por dente que não leva a nada. É mediocridade.Uma revanche tola. De que servirão as fotos de turistas americanos e suas impressões digitais? Eles não representam ameaças para nós, muito pelo contrário. Eles não são responsáveis pelo tráfico de mulheres, mas, sim, espanhóis, alemães, italianos, africanos, e outros que estão sempre em nossos noticiários, por um ou outro crime. Os países dos quais os EUA se aproximaram, tornaram-se prósperos, como Canadá, Inglaterra, Itália, Bélgica, Holanda, Japão, Israel, Coréia do Sul, Hong Kong, Formosa, Cingapura. Até o acordo feito com o México já o fez passar na frente do Brasil. Não queremos dizer com isso que tenhamos que servir às ordens americanas e não devamos exigir mais respeito ao nosso povo. Esses fatos não são antiamericanismo e sim anti-Bush. Isto tudo é um pouco de ciúme e inveja e uma rejeição ao que é entendido como arrogância americana. Somos nações amigas e unidas por laços históricos. O Brasil pode não ter para os Estados Unidos a mesma importância que os Estados Unidos têm para o Brasil. Mas seu peso estratégico é indiscutível. A dimensão territorial e populacional e a pujança econômica fazem do Brasil líder inconteste da América do Sul. È preciso deixar de lado as picuinhas. Está na hora, meu Presidente Lula, de baixar a bola, sentar à mesa, corrigir os rumos. Com espíritos desarmados, os tradicionais laços de amizade vão falar mais alto. Outro problema da atualidade são juízes adolescentes em idade e serviços, com pouco tempo de faculdade, transformarem-se em magistrados como num passe de mágica. Imaturos emocionais, inexperientes. Só porque foram bem nas provas, “concurseiros”, bons de conhecimentos teóricos ou na base da “decoreba”. Não consigo imaginar um juiz de 23 anos julgando uma questão familiar, julgando um pai de família. Por que não exigir dos candidatos idade mínima de 35 anos, acumulada, no mínimo, com 10 anos de prática forense? É a época do “veja bem”, do “tá ligado”, do “eu tenho pra mim”, do “tipo assim, sabe como”, do “você não tem noção”, do “eu não acrediiito!”. Aquele velho barulho de palavrinhas se chocando sem significar nada. Somos 170 milhões deles. Sem papo. Sem trabalho. Do tempo do álcool em litro o que equivaleria a comprar livremente pólvora, dinamite, armas... Quem não conhece alguém que tenha se queimado seriamente com álcool? Do tempo da descoberta da velhice (depois que já o fizera Cícero em Roma) com o Estatuto dos Idosos. Do tempo dos dissidentes do PT serem punidos não podendo discordar comprovando que o poder não foi exercido de forma democrática. Do tempo de verão no Congresso com os parlamentares recebendo 19 salários por 11 meses de trabalho. Salários esses quintuplicados por truques e espertezas.Tempo de falta de transparência da nossa Escola de Samba Levanta Poeira não dando vez a que seus tradicionais colaboradores, compositores e outros pudessem participar da escolha de seu samba de enredo para o próximo carnaval. Afinal as cores verde e branco são ou não são uma paixão popular? Não sou crítico de ocasião e nem nunca vendi minha alma, e muito menos minha consciência e dignidade. São muitos os problemas, os acintes, as provocações, os casos pensados. Quero de volta o Rei Momo gordo.
      Rua João Marcelino. O PROBLEMA. Rua estreita de mão dupla não comporta estacionamento em nenhum dos lados. Perigo constante com carros na contramão. Falta de sinalização de “carga e descarga” para o comércio local. Os carros nas garagens da rua com dificuldades para saírem delas porque existem veículos estacionados em frente a elas, etc. AS SOLUÇÕES. Mão única é o mais indicado. Essa idéia tem que ser espalhada pela cidade toda. São tão fáceis que me sinto até constrangido em falar delas novamente. Seguinte: espelho na ESQUINA da Rua Joviano Teixeira, proibição de estacionamento em ambas as mãos de direção com exceção de “carga e descarga” em frente ao comércio local. NOTA 1. A rua está sofrendo afundamento do lado direito de quem desce. Para está realizando uma obra igual àquela do morro do cemitério, isso é café pequeno! NOTA 2. O estacionamento dos veículos deveria ser no local do lado do ginásio e do Posto de Saúde conforme nosso croqui do O Imparcial de 23.DEZ.2001.
Um bom domingo.

“De onde menos se espera, daí é que não sai nada”.
                                          (Máximas e Mínimas do Barão de Itararé- Aparício Torelli)

NOTA de 03.01.2012 – Tenho a grata satisfação de informar que todos esses problemas foram sanados em 2011, 10 anos após serem descritos, comprovando que as idéias triunfam mais que as armas. Veja pela foto do autor, de 17.02.2012.

- Impedimento de acesso da Pça Min Odilon Braga para a Pça. Dr.Ultimo de Carvalho

                                   Publicado no jornal “O Imparcial”, 25 de maio de 2003.

Juro, caro leitor, que gostaria de tratar de outra coisa. De não voltar mais ao assunto, porém dezenas de pessoas me pediram para falar dele. Está causando problemas à população. O espaço é pequeno e os assuntos são vários. Uns para elogiar, a maioria. Outros, para apresentar sugestões e alternativas. Sabemos que qualquer tipo de melhoramento no trânsito deveria ocasionar um tipo de reação. É da natureza humana. É própria dos terráqueos. Concordamos que o trânsito da cidade melhorou sobremaneira, sensivelmente. Ficou conforme as sugestões do Subsídio, modéstia à parte. Basta olhar para a maravilha que se transformou a Av. Dr. José Neves, a Pça.do Baixio (possivelmente Getúlio Vargas/ não tem placa/ a Pça. que virou Sorvete “Sem Nome”), a Rua Cel. Antônio Pedro, a Dr. Dutra (não era nossa sugestão, mas damos a mão à palmatória... ficou melhor). Quem sai da Rua Tomé Borges (Rua de Trás), Rua Quírino Marini, está estacionado do lado do Hotel Regina, do amigo Tutuia, do lado do Banco Itaú e quer, por exemplo, ir ao escritório paroquial, à padaria Rosa Cristi, ao Fórum e adjacências, ao invés de atravessar a praça (l0 metros) tem que passar pela rua Tomé Borges (Rua de Trás) e Joviano Teixeira (quase sempre interditada com carros estacionados dos dois lados, mesmo com placa de proibição), ou passar pela Quintino Bocaiúva (Rua do Sindicato – estreita e às vezes inacessível), ou dar a volta pela Pça. Getúlio Vargas. Resumindo, tem que andar uns 1.600 metros ao invés de 10 metros, poluindo com monóxido de carbono, gastando-se gasolina à toa, tempo, ocasionando transtorno no trânsito. Tudo desnecessariamente, pois a cidade é pequena e o trânsito também. Não somos da filosofia de que: “se se pode facilitar, pra que complicar?”. São mais de 300 carros por dia, se contarmos os dos hóspedes do Hotel Regina, dos clientes do Banco do Brasil, do Banco Itaú, da Igreja e do Clube dos Trinta. Quando há casamento, então, e festas de 15 anos e bodas no Clube, esse número é muito maior. Às vezes fico pensando: na roça o próprio animal bovino e eqüino procura seu melhor caminho. Porque o homem-engenheiro que é racional não procura o dele? Tudo deveria ser direcionado para priorizar o ser humano, o cidadão, tanto dentro do veículo, como fora dele. O pedestre não pode parar no meio da praça mesmo, senão o carro pega. Não é verdade? O dia-a-dia nos tem mostrado que muita coisa deve ser mudada para melhorar ainda mais. De qualquer maneira, enquanto melhores soluções não forem colocadas em prática, devemos cumprir o nosso papel obedecendo às leis do trânsito. Há mais de 20 anos que temos pedido para se tirar a placa de estacionamento proibido da frente dos bancos. E não é que fomos atendidos? “Água mole em pedra dura...” Essa uma das razões de arriscarmos mais esta. Depois de tudo feito conforme foi feito, mudando completamente a cara de cidade para melhor, dando-nos orgulho rio-pombense. Você não acha que já é chegada a hora de aparar as arestas? Colocar os pingos nos is? Esse problema da praça é tão gritante e tão fácil de resolver!... Desafio você a ficar parado lá por algumas horas, e não ver que de cada 100 carros, pelo menos, 96 procuram o melhor caminho, ou seja: passar pela praça Dr. Ùltimo de Carvalho. O caminhão do lixo, os funcionários da prefeitura e diversos vereadores fazem isso também. Tenho fotos e filmagem. A solução é da competência da administração municipal conforme já provamos anteriormente. É viável e de acordo com a lei do trânsito. Estudamos o assunto e consultamos fontes competentes. Nesta praça ficou também um espaço desperdiçado (sem proveito útil) que poderia ser para estacionamento de motos e bicicletas, que não são poucas. Já era tempo. Mister seria colocar placas auto-explicativas em toda a cidade. A sinalização está precária e os sinais do chão (demarcações) necessitam ser pintados novamente, revigorados. Ficou bom demais para ser esquecido. Em frente ao Jorge Assad a chuva e a falta de conservação mudou a preferência de direção. Isto é um perigo... Veja e comprove. É muito fácil de resolver. É só pedir ao competente Crispim que ele passa mais uma demão de tinta nesse local e em todos os que forem necessários. Quem de fora entra aqui não sabe para que lado é a Delegacia, a Prefeitura, O Distrito Industrial, o Parque de Exposições, os Bairros, o Hospital, qual direção tomar para se ir para a Rodoviária, para Barbacena, Belo Horizonte, Ubá, Juiz de Fora. De qualquer maneira, estamos vendo o dinheiro do povo investido em diversos lugares da nossa Cidade Sedução. Levando em consideração que um dos testes da democracia é a liberdade de crítica e que a verdade pode magoar, mas não é injusta e nem deixa feridas, temos esperanças de soluções. Parabéns para todos aqueles que são honestos, como se isto não fosse uma obrigação, mas é a realidade. Ah! Ruy Barbosa!
Enfim, notícias do Saddam: está pra lá de Bagdá.

“O tempo, às vezes, tarda em dar razão a quem a tem; mas acaba por dá-la”.(Jesus Urtega)

NOTA - Todos esses problemas acima enumerados foram solucionados agora em 2010/2011. (7/8 anos depois).

- Hora de pequenos acertos

                                           (Crônica publicada no jornal o Imparcial de 08.06.2003)



O problema é justamente nos dois contornos em frente à nova Caixa Econômica Federal agora instalada onde funcionava a farmácia do Zé da Farmácia.Uma prova de que o governo municipal tem procurado mudar e resolver os problemas do trânsito é só andar pela cidade e verá. Muitas coisas que nunca foram feitas antes, diversas obras, programas e serviços, foram executados apenas com os parcos recursos da Prefeitura. Acreditem! No entanto, ainda podemos e devemos reconhecer que temos pequenos acertos a serem realizados. É chegada a hora de colocarmos os pingos nos iis, aparar as arestas. Vejamos as diferenças: “Um ocidental estava colocando flores no túmulo de um parente quando viu um chinês colocando um prato de arroz na lápide ao lado. Virou-se para o chinês e perguntou: Desculpe, mas o senhor acha mesmo que o defunto virá comer o arroz?” E o chinês respondeu: “Sim, quando o seu vier cheirar as flores!” Isto nos prova que as pessoas são diferentes e as opiniões também. Devemos tentar vê-las, compreendê-las, realizá-las quando para o bem comum. Por isso podemos colocar tanto as flores, quanto o arroz. As opções dos engenheiros-racionais com relação aos nossos problemas de trânsito foram várias, no entanto nem sempre optaram pelas melhores. Estes próprios engenheiros já mudaram diversas vezes de opinião. Desde o início que já notamos. Não estamos tomando estas posições em defesa dos nossos munícipes compulsivamente como tem feito o PT. Sempre deixamos espaço para os que querem fazer oposição, o que não é o nosso caso e para os que querem ajudar conforme o subsídio. Se fosse coisas do PT, diríamos que era uma “oposição governista”, ou seja, são ao mesmo tempo governo e oposição. Sonhar com soluções não custa. Uma pitada de imaginação ajuda a temperar a mistura de esperanças e frustrações. Estamos tentando a linguagem da realidade e do pensamento popular daquele que se presta a esclarecê-la e vê-la com os olhos da liberdade. Quem vê e se cala consente. Somos movidos à esperança. Não somos daqueles que acreditam que o sargento Garcia prendeu o Zorro. Lembram-se que sempre fomos contra a proibição de estacionamento em frente aos bancos por facilitar a ação de meliantes? Pois bem, fomos atendidos depois de 20 anos. Ah, ah, ah! Agora é permitido estacionar em frente ao Bradesco, muito bem. Agora é permitido estacionar em frente ao Banco do Brasil e do Itaú, muito bem. Porém, estacionar em frente à Caixa Econômica Federal tem causado transtorno no trânsito.“Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa” como sempre comenta na TV o filósofo esportivo Juarez Soares (O China). Naquele local o estacionamento deveria ser proibido. A solução é fácil demais. O que se gastaria seria somente uma lata de tinta da cor do asfalto para cobrir as demarcações e duas placas de “proibido estacionar” que poderiam ser aquelas tiradas da frente do Banco do Brasil, por exemplo. Como já afirmara Raquel de Queiros: “Cada coisa tem sua hora e cada hora o seu caminho”. Qualquer veículo de um porte maior como caminhões e ônibus que vêm da Av. Dr. José Neves em direção ao Posto São Manoel e adjacências, ou vêm da Rua. Dr. Dutra para contornar a árvore em direção à Pça. Dr. Ùltimo de Carvalho, não consegue fazê-lo, quando há carro, de qualquer porte, estacionado em frente à Caixa porque o ângulo é desfavorável. A solução é fácil demais! Ah meu Deus! Oh vida difícil, sô! È. Acho que vai dar certo. Nunca esteve tão bom, estamos vendo, mas pode melhorar. O aperfeiçoamento de tudo na vida é ... muito bom. Até a próxima!


“Cuide de seus pensamentos porque se tornam palavras/ Escolha suas palavras porque se tornam ações/ Entenda suas ações porque se tornam hábitos/ Estude seus hábitos porque se tornam o seu caráter/ Desenvolva seu caráter porque ele se torna seu destino”.
                                                        (Mário Quintana)

Com a rotatória implantada agora em julho de 2012 o problema foi sanado.

- Disque cerveja enquanto é tempo

(Publicado no Imparcial de 30.03.2003 coluna Subsídio)




Uai! O que será que você quer dizer com isto? Quanto ao Disque Cerveja é só você ir, aqui em Rio Pomba, na esquina da Rua Dr. Queiroz com a subida para a Pça. Da Igreja do Rosário e verá. Mas...cuidado, a esquina é perigosa, daí o título da matéria, ou seja, enquanto não lhe acontecer nada você tem possibilidade de pedir a sua geladinha. Não chega a ser um perigo como a iminente Guerra do Iraque (ridículo chamá-la de guerra, penso que o correto seria “invasão”), mas é um conforme aquele do trânsito que se instalou lá. Conversando com os funcionários e o proprietário, o jovem, visionário e próspero comerciante, o amigo Neilevan, confessaram-me que sempre estão preocupados com o problema que possa acontecer lá. Quem sobe não vê quem vai descer, muitos em alta velocidade. Sugeriram que a prefeitura colocasse no poste aviso de “cuidado/perigo/carga-descarga”. Um cavalete com placa de velocidade máxima para aquelas ocasiões poderia estar com eles, assim como aqueles cones amarelos de advertência. Sua firma se incumbiria de colocá-los lá por ocasião das cargas e descargas. Assim, o perigo poderia ser amenizado até solução definitiva, smj, evidentemente. Estamos para somar e não para dividir. È chegada a hora de enfrentar o problema, que já vem de longe, e tentar uma solução, nem que seja paliativa. Isso tudo até me faz lembrar do problema criado com a COTA de 30% de vagas garantidas aos negros nas universidades. Esse equívoco é a pior das discriminações. Pensamos que todos devam ser preparados, independentemente de raça, religião ou credo para disputarem o ingresso nas universidades. Assim, sem reservas de quaisquer espécies, todos, potencialmente preparados, competirão em igualdade de condições, prevalecendo, como limite, o saber. Por que isso agora? Porque vivemos na euforia de um tempo melhor. Sempre queremos melhorar, procurando soluções. Quem fica parado é poste. Apostamos na esperança. Publicamente, temos procurado fazer crônicas de modo interpretativo e isento, ou imparcial, como queiram. Procuramos descrever nossas observações mostrando nossas posições independentes e semeando pílulas nutritivas, para muitos, corajosas, mas para nós, desassombrada e com intuição de antever fatos que possam causar problemas ao nosso semelhante. Infelizmente, como era de se esperar, nem sempre fomos compreendidos. Nosso modo de ser sempre foi assim. Às vezes pensamos: depois não digam que o jornal não alertou! Vamos aproveitar a oportunidade para falar uma coisa com a qual já estamos engasgados de longa data, qual seja: nossa admiração pela senadora Heloísa Helena, que com ética, coerência e coragem nos mostra um exemplo raro de defender as suas convicções sem ser seduzida pelas facilidades do poder. Raro porque vemos tantos (mulheres e homens) dizerem sim aos maiores absurdos em troca da fama e do dinheiro. Parabéns a todas as Heloísas do Brasil.

Desta vez, procurando ouvir a voz do povo, não vamos nos alongar mais. Queiram-me bem se compreendido e possível. Fechando a conversa que o espaço me obriga ficamos niiiisso. Até a próxima.

“Há dois tipos de pessoas: as que fazem as coisas e a que ficam com os louros. Procure ficar no primeiro grupo: há menos competição lá”.
                           (Indira Gandhi, estadista)

NOTA DE 16.07.2010. Este problema e muitos outros foram sanados com a implantação de mão única em diversos locais em 2010.

- Clube dos trinta - Projeto e ampliação


Subsídio    (Publicado no jornal “O Imparcial”, 10 de março de 2002.)
      O Romeu Canônico disse que vai fazer um acréscimo no Clube. Quando ele fala, você sabe, faz mesmo. Afirmou que tinha 4 rascunhos de projetos de engenheiros e arquitetos e fazia questão que eu desse a minha ideia. Para meu espanto, ele escolheu o meu desenho que era mais viável, segundo ele. Para sua apreciação é este que está aqui agora. Acho que pode servir como pontapé inicial, como subsídio, como um modelo que certamente pode e deve ser melhorado por alguém do ramo.
      O meu dom era mesmo ser arquiteto, mas devido às circunstâncias... Depois que larguei a fiscalização de rendas (não gostei daquilo), onde o sujeito só pode ser feliz com a infelicidade do outro (multas), e depois que me aposentei, após 30 anos no Banco do Brasil, pensei: “Vou tocar violão”. Acabei com os meus dedos e nada. Não era a minha praia. Então o negócio é mesmo dançar, cantar no coral e me dedicar à culinária e ao meu curso de BARMAN, e agora colocar pra fora tudo que estava entalado dentro de mim nesses anos todos. De qualquer maneira, não sou matemático, mas desempenho a contento as quatro operações; não sou cantor, mas dou meus acordes; não sou dançarino, mas danço razoavelmente e colaboro em SPAS, como no “Maria Bonita”, da Tânia Alves, em Búzios, juntamente com meu amigo particular Márcio Valente, que está participando, na ESTUDANTINA RIO, das gravações da novela O CLONE da Globo; não sou escritor, mas estou procurando dar o meu recado. A vida é um eterno aprender. Sempre temos que melhorar. O IMPOSSÍVEL sempre acontece (torres gêmeas), o possível apenas se repete. O TEMPO, às vezes, tarda em dar razão a quem tem, mas acaba por dá-la (Jesus Urtega). A IMAGINAÇÃO é mais importante do que o conhecimento (Albert Einstein). Vamos acreditar e bola pra frente.
      Voltando ao Clube dos Trinta, mostrei ao Romeu os inúmeros erros do novo ESTATUTO, a necessidade de se fazer um rebaixamento de teto (em gesso) na portaria (fez imediatamente) e a necessidade de ampliação do palco, banheiros e camarins. Pela minha ideia, essa ampliação poderia servir também para apresentação de TEATRO, principalmente quando esta tivesse dança de qualquer natureza, daí, a planta nesses moldes. Tenho conhecimento pessoal dos problemas do Clube. Já fui presidente, quando construímos a churrascaria onde funciona hoje o “CORUJINHA”. O plano de acréscimo foi elaborado dentro de nossa realidade e possibilidades. Tem até um SOLÁRIO, ou NAMORÓDROMO, ou um HALL ou SALÃO AO AR LIVRE (como queiram) para se refrescar... ou esquentar!!! É um local onde pode ser construído um jardim suspenso, com pérgula, muitas árvores etc. RELAX!
      Quem me conhece de perto sabe que eu e meu filho Eduardo gostamos demais de cozinhar. Ah, a cozinha... Que seria de nós, brasileiros, de aguçado paladar, sem os aromas e os paradisíacos sabores culinários do churrasco, da costela no bafo, das tenras vitelas, do pastel de angu, do caldo verde e da bacalhoada que aprendi com a Mercezinha do Raul, do Húmus Tahini, do cabrito a caçador, das pizzas e polentas, do escondidinho, do arroz vide gula (minha criação), da batata recheada e do angu à calabresa da Fernandina... da cerveja.

Um pensamento: Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível e, de repente, você estará fazendo o impossível.
                                                                 (São Francisco de Assis).
NOTA de 04.05.2012 – Como era de se esperar o Romeu fez a ampliação que foi terminada por seu filho, o amigo Dr. Juninho. Foi um dó eles não optarem por fazer os camarins masculino e feminino atrás do palco onde é o seu lugar. Priorizaram, festeiros que são, uma cozinha para atendimento de Buffet, bufê ou bufete, para as ocasiões de festividades. Essa cozinha deveria ter sido feita no lugar do solário, por óbvio. De todo jeito a ideia da ampliação foi avante melhorando muito o Clube.