quinta-feira, 17 de maio de 2012

- RODOVIÁRIA ANTIGA – DEMOLIÇÃO E NOVO PROJETO

Subsídio VIII (Publicado no jornal “O Imparcial”, 30 de dezembro de 2001.


                          NO LUGAR DA RODOVIÁRIA DEMOLIDA


Observe que tem uma rua nova ao lado da Prefeitura sem necessidade de desapropriação e uma av. nova em frente ao Grupo Escolar São José. Trata-se de anseio antigo da cidade


      Temos notícia de que a Prefeitura possui uma planta de restauração deste prédio. Esta planta teria sido elaborada pelo meu amigo Dr. Vitório Caldoncelli Vidal, residente em Paris, há anos. Penso que se até hoje esse projeto não foi executado é porque o prefeito teve lá suas razões que não vamos comentar, com todo respeito (smj) salve melhor juízo.
      Parece-me que é unanimidade a ideia de demolir esse prédio, porque já surtiu o efeito desejado. A verdade é que ele é uma vergonha para a cidade. Sabia que lá funciona um mictório escondido? No prédio funcionam uma banca de revistas, um chaveiro e duas barracas de lanche que doravante vamos chamar de caixotes. Estes caixotes espalhados pela cidade estão dando um aspecto desagradável à paisagem urbana. São feios. Lá também funciona a sede do Torneio de Férias. Talvez por todos esses aspectos e motivos as administrações anteriores não tenham demolido esse prédio.
O problema. Causando aspecto desagradável e vergonhoso para a cidade e tirando espaço de um necessário estacionamento para veículos.
A solução. Demolir o prédio e construir no local um estacionamento para automóveis conforme o desenho sugerido.

REMANEJAR os comércios que lá funcionam para o centro da Pça. Dr. Último de Carvalho, que deveria ser calçada (olha as bactérias), ter uma praça de alimentação com quiosques, livraria com banca de revistas, banheiro comunitário... ou seja, os comerciantes de lá sairiam lucrando, e muito! Tudo isso, sem agredir a paisagem. Local apropriado para palestras e brinquedos de crianças, etc.... Enfim, melhor aproveitar o ponto mais nobre e o metro quadrado mais caro (voltaremos ao assunto). A sede do Torneio de Férias seria transferida para o Parque de Exposições (lá é o seu lugar/voltaremos ao assunto). Como um de seus fundadores, desejo que o Torneio de Férias faça Bodas de Ouro, de Diamante, Bodas de...

NINGUÉM SAIRIA PREJUDICADO E A CIDADE...

Julgue você mesmo. Sem comentários.
                        Rapidinhas
• AREIA CONTAMINADA. Não é preciso ser um especialista para saber que as areias de nossas praças estão altamente contaminadas, colocando em risco a saúde de nossas crianças com doenças de pele e outras. Voltaremos ao assunto com uma análise mais profunda de seus agentes de contaminação.
• Pça. JUSCELINO KUBITSCHEK: Além de contaminada por animais (cachorros e gatos), está muito mal cuidada. Há anos que a rede elétrica subterrânea foi trocada provisoriamente por um poste de madeira feio e podre. A Coroa-de-Cristo (nome científico: Euphorbia splendes) tem espinhos e pode até cegar uma pessoa, como já aconteceu com um jardineiro da cidade. Mister seria... Voltaremos ao assunto.
• AVISO: Proibido andar de bicicleta e jogar bola no jardim. No interior da praça Dr. Último de Carvalho existe uma placa com esses dizeres. As crianças estão entendendo que não podem mais jogar bola e nem andar de bicicleta dentro do jardim, nem mesmo de velotrol. Pergunto: onde elas deveriam fazer isso? CRIANÇA É CRIANÇA.

Esse é o projeto que deve ser executado pela prefeitura em breve. Não foi priorizado o estacionamento conforme nossa sugestão. Vai ficar muito bom, no entanto. No lugar da Rodoviária antiga vão ser construídos mictórios masculino e feminino, além de local digno e próprio para pequeno comércio. Uma rotatória em frente ao copo sujo resolverá bastante o problema do trânsito. Um calçadão com emsinhas e bancos, além da arborização enfeitarão o local.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

- RÉVEILLON

           Crônica publicado no Imparcial de 11.01.2004 na minha coluna Subsídio


Réveillon 2003 no quiosque Sol a Sol em Cabo Frio RJ – Chico Caiafa, Martha Baiana, Fernandina, Leila, Lourdinha e Cláuton. ATRÁS: Dr. Dárcio, Eduardo e Antonino. SENTADOS: Antônio Fábio e Narcélio.



Réveillon 2011 - em Rio Pomba - com 600 m2 de rua coberta e mais de 10.000 pessoas no centro da cidade.



      Segundo o Aurélio, é a festa com baile e ceia na véspera do ano-bom. Sempre pensei que, além disso, esta celebração mundial, de profundas raízes na tradição de todos os povos, desde os primórdios da civilização, confraterniza as pessoas, as famílias, os povos e é parte integrante do patrimônio cultural da humanidade. A virada de quem serviu de exemplo no ano anterior (2003): o gari, o lixeiro, o médico, a enfermeira, o bancário, o farmacêutico, a professora, o oficial da PM, o policial, a costureira, a doméstica, o advogado, o Juiz, o governador, o prefeito, você, eu... Todos, o Povo. É hora de nos encontrarmos com os amigos antigos que há muito não víamos, de respirar e desejar ardentemente novas conquistas e esperanças, relembrar dos quitutes da roça, das confraternizações do banco, dos tempos das conquistas amorosas, resgatar um pouco do passado fazendo um tour cultural, respirando novos conhecimentos e amizades. Todos aqueles que querem fugir da agitação e/ou poluição sonora urbana que o façam, mas que as permitam àqueles que a querem e desejam. As pessoas do interior, das pequenas cidades, principalmente aquelas que não têm condições financeiras suficientes, almejam, pelo menos, passar seu réveillon com os amigos nas suas pacatas cidades com músicas de cidade grande como Rio, São Paulo, Cabo Frio e outras do mundo todo. Se isso lhes é negado seria como se lhes amputassem um órgão. Uma ordem judicial que impede um réveillon é, no mínimo, insensata e desprovida de bom senso. Não estamos entrando no mérito da decisão judicial, porém repudiando-a, por óbvio. São decisões iguais a esta que desacreditam ainda mais o tão combalido judiciário. Disseram-me que tudo se originou de uma rixa entre os poderes judiciário e executivo, Juiz, Promotor, Prefeito. (O palanque armado pela prefeitura deveria ter sido colocado mais para o lado de modo a não impedir o trânsito de veículos, a não ser na hora do evento. Um bom local seria do lado do relógio, em cima do canteiro. Aumentaria o espaço para o público e nunca prejudicaria o trânsito). Uma população cabisbaixa e humilhada não dá orgulho a ninguém. Foi isso que senti, profundamente magoado, nos meus concidadãos quando aqui cheguei de minhas férias em Cabo Frio, minha segunda cidade, pois tenho um pouco de sangue cabo-friense. Há mais de 30 anos me aportei por lá e ela nunca me fez sentir diminuído. Parabéns para o DD prefeito Giovani e para o Dr.Luciano. Bem já o sabia que o Promotor é de Justiça. Suas atitudes foram a favor do povo e da justiça social. Senhores vereadores, se uma Lei Orgânica como a nossa dá tanto poderes e possibilidades para tal desastre, se os 60 decibéis são só para música não contando os foguetes que também ultrapassam-no, então seria o caso de os senhores adequarem-na criando exceções para casos excepcionais como réveillon, carnaval e outros eventos. Os seres humanos estão constantemente modificando o mundo. Eles inventam, se inventam a e se destroem a si próprios.
      Na verdade, queria falar mesmo era de coisas que dignificam o ser humano como as que aprendi e constatei nestas tais minhas férias de 18 de dezembro/2003 a 04.Jan/2004 com natal, réveillon e tudo o mais. Muitas paixões sempre acontecem de repente, do nada. Ou melhor, do observar, paixões pelas pessoas, pelas cidades, pelas atitudes... Pelas coisas todas. O bom dessas festas de fim de ano ou começo de ano é que elas trazem com elas um espírito de aventura, de bem-estar, de prosperidade, de confiança, de amizade, de conquistas... Um faz de conta que é como a gente queria que fosse. Uma esperança nova. Este fim de ano me trouxe muitas alegrias e uma delas foi sentir a alegria do Santão tão alegre, batendo à minha porta para saber como é que foi que o livro dele “A alma do Bezerro” foi parar em cima da cama do meu filho Márlon que mora nos Estados Unidos. É que (a até então) a noiva do Márlon que trabalha na Universidade de Harward em Boston viu lá um livro do Brasil e de Rio Pomba e o levou para meu filho que também é daqui. Quando ele chegou em casa viu, com orgulho, que era o livro do amigo Santão. Isto não uma alegria para todos? Outra alegria: durante a troca de presentes no nosso AP em Cabo Frio fomos agraciados com uma notícia muito boa com o Márlon dizendo que estava ficando noivo naquela data de Anna Kathleen Helft que já conhecemos por fotos e internet. E, em primeira mão, para você caro leitor, que ele se casaria naquela semana no civil e que estava aguardando nossa presença, juntamente com sua filha Marina para a cerimônia religiosa que deverá acontecer oportunamente. Outra alegria foi a vitória com uma dobradinha brasileira na São Silvestre. Todos os anos nós aqui em casa temos o costume de assistir esta corrida pela TV, sem contratempos judiciais, é claro. Outra alegria: a conquista do nosso pugilista Popó já campeão dos “superpenas”, conquistando também o cinturão dos “leves”, igualando-se ao pioneiro Èder Jofre como campeão em duas categorias. Outras alegrias: foram podermos, sem ação judicial e preocupação com decibéis, assistir em Cabo Frio a Alceu Valença, Guilherme Arantes, Jorge Aragão, Daniel, Terra Samba, Elba Ramalho, Lulu Santos. Mais alegrias: o brilho das ruas assinadas por Joãozinho Trinta. A festa dos comerciantes com os seus lucros. (Rio Pomba deve ter dado prejuízo. Quem vai pagar?) Mais ordens para artesãos e ambulantes em novo local, mais bonito e com infraestrutura. A inauguração da Praça das águas. Ainda alegrias: constatar que o meu amigo Alair Correa, prefeito de Cabo Frio está sendo considerado, por suas atitudes e obras, um exemplo e professor de outros prefeitos. Emprego para muita gente. Todos os funcionários da prefeitura o respeitam e têm orgulho dele. Cidade limpa. Mais alegria: termos encontrado com velhos amigos: Dr. Narcélio Mendes meu padrinho de casamento e amigo e colega de Científico (Juiz de Direito e ex deputado estadual/MG)), Dr Antonino Mendes (médico) e suas respectivas esposas Leila e Lourdinha, o Dr. Dárcio Lombardi Mendes (Juiz do Tribunal de Alçadas) as filhas do Dr. Paulo Roberto, Denise (jornalista da Rede Minas) e Dra. Letícia (advogada) o filho do Maurício e Carmen Lúcia, o jovem amigo Leandro (administrador de empresa) e sua simpática e charmosa namorada Patrícia (bioquímica), a filha do Roberto e Maria Ângela, Sta. Joanna e seu love Éder. Meu particular amigo Dr. Tibagy (Desembargador-Corregedor). Meu concunhado Everardo e sua filha Moní, o Toninho filho da Marisa Vidal e muitos outros. É muita gente! Foram tantas emoções!!! Tudo testemunhado pelo casal 20 Martha Baiana e Chico Clemente e um de seus filhos o admirável jovem e Psiquiatra Dr.Adauto e pelos meus dois filhos Cláuton e Eduardo. A ALEGRIA de termos tido, junto de todos esses amigos, a felicidade de sermos uns dos 2,5 milhões de pessoas a assistir a um show de fogos, na Praia do Forte, saudando 2004 controlado por sincronismo musical, pioneiro no Brasil. Nunca vi coisa igual, nem mesmo em Copacabana. Um espetáculo maravilhoso. Um congraçamento de multidão. Acho que o Prefeito de lá tem uma grande amizade com São Pedro. No réveillon de lá não choveu na horta de ninguém.
                                       Feliz Ano Novo. Adote a Paz.

NOTA DE 11.01.2012 - Desde todos os tempos nosso Réveillon se revelou extraordinário. Veja as fotos de DEZEMBRO / 2011. A queima de fogos, com nova estrutura, foi muito bonita. Os DJs e os conjuntos musicais foram formidáveis com um repertório variado, anos 70, axé, samba, dance, pop/rock e outros estilos musicais. Não houve ninguém preso, nem músicos e nem ninguém! Comprovando que a verdade é filha do tempo e não da autoridade como já, naquele tempo, afirmara Galileu Galilei.

terça-feira, 15 de maio de 2012

- RÉVEILLON - DEPOIMENTO EM JUIZO

                                    (Em virtude de minha crônica sobre Réveillon)


      Como jornalista, desfruto, mais que o cidadão comum, do privilégio constitucional do exercício pleno da liberdade de expressão e da livre manifestação do pensamento.
      Enquanto para o cidadão em geral, essa garantia constitucional é um direito, para o jornalista é um dever.
      No episódio em questão, senti-me na obrigação, como formador de opinião, de analisar e comentar a decisão judicial de proibir as comemorações do réveillon na Praça principal desta cidade, ao captar o descontentamento popular com a respeitável decisão do ilustre magistrado desta Comarca, sem qualquer intenção de ofender sua honra quer objetiva quer subjetiva.
      Quando me referi a uma decisão desprovida de sensatez, foi porque o decreto judicial estava indo de encontro a uma festividade universal, comemorada intensamente por todos os segmentos da população, uns na intimidade do lar, outros em logradouros públicos e estabelecimentos comerciais.
      Somente publiquei essa matéria após consultar pessoas diversas, inclusive do meio jurídico, como outros magistrados, que ao manusearem os rascunhos não vislumbraram ali nenhuma ofensa à honra de quem quer que fosse.
      Minha inocência, no caso, acha-se vastamente corroborada por decisão do douto e culto Desembargador José Francisco Bueno, do Egrégio Tribunal de Justiça deste Estado, ao conceder liminar em mandado de segurança impetrado pela Prefeitura Municipal de Rio Pomba, com o objetivo de garantir as festividades do carnaval nesta cidade.
      A coluna subscrita por mim no jornal o “Imparcial”, denominada SUBSÍDIO, trata de coisas de interesse da comunidade, apontando erros e apresentando SEMPRE soluções/sugestões. Faço crítica sobre aquilo que ocorre no Município, como maneira de contribuição, conforme o próprio nome da matéria indica: Subsídio.
      Assim aconteceu também com relação às minhas duas matérias relativas ao RÉVEILLON, nas quais apontamos aquilo que nos pareceu ser um erro e falta de bom senso, ou seja: impedir a realização de um Réveillon em qualquer cidade do mundo e apresentamos a solução, qual seja: os senhores vereadores adequarem nossa Lei Orgânica criando exceções para casos excepcionais como réveillon, carnaval e outros eventos.
      Tanto a matéria em questão não teve a intenção de ofender a autoridade judiciária que escrevi na coluna em tela, após o carnaval o seguinte: “A atitude de se estabelecer um quartel como ponto de apoio da polícia, no período do carnaval no prédio do Fórum foi de uma tremenda sensatez e bom senso. Foi um cortar o mal pela raiz. Parabéns ao Poder Judiciário e à Polícia Militar nesse mister.
      Em outro trecho, escrevi: DAREM-SE AS MÃOS. Os homens de preto só poderiam separar brigas. Se eles pegassem um brigão e o levassem aos policiais militares que estavam no Fórum, seria o mesmo que levassem um tigre para eles. Ora, eles que tivessem suas jaulas. O ideal seria que a Polícia Militar, os homens de preto, todas as polícias no Brasil inteiro, qualquer segurança, o executivo e o povo se unissem e se harmonizassem em deveres, direitos, atitudes e ideais. Dissonância não é um bom caminho para o nosso povo.

- RÉVEILLON, SUA HISTÓRIA E ORIGEM

                                              (Crônica publicada em “O Imparcial” de 18.01.2004)
Réveillon em Cabo Frio
      Este não é um assunto que se esgota com uma canetada, daí a necessidade de voltamos a falar dele. Acho que é de grande valia sabermos sobre sua cultura. Não estamos tirando conclusões sobre fatos, estamos, apenas, relatando-os. As conclusões, caro leitor, tire-as você. Na pior das hipóteses, faça o seguinte: pegue este jornal que você está lendo agora e guarde-o. O difícil será aguardar com otimismo e paciência, o dia 25 de fevereiro. O que há neste dia? A Quarta-Feira de Cinzas – ou melhor, o verdadeiro 1º de janeiro. Daqui a alguns anos releia-o e veja se alguma coisa mudou para melhor, é claro. O tempo dará razão a quem a tem.
      “A chegada do ano novo passou a ser comemorada no dia 1º de janeiro, no ano 153 a.C.” Não tenho gostado das gozações recebidas de pessoas de fora afirmando que começou naquela data, mas em Rio Pomba, terminou agora logo no início do ano. Não é verdade. Brincadeira sô! “Antes já se festejava o recomeço do ciclo anual, no período que equivale ao dia 23 de março – a comemoração durava 11 dias. Havia uma lógica para a escolha dessa data, feita pelos babilônios (onde é o Iraque hoje) dois mil anos antes da era cristã: o final de março coincide com o inicio da primavera no hemisfério norte – onde ficava a Babilônia -, época em que novas safras são plantadas. Daí a idéia de recomeço. Foram os romanos que determinaram, aleatoriamente, que o Ano Novo deveria ser comemorado no dia 1º de janeiro. A nova data foi reconhecida como dia do Ano Novo com a introdução do calendário gregoriano na França, Itália, Portugal e Espanha, em 1582. O calendário gregoriano é quase universal. Mesmo em alguns países não-cristãos, ele foi adaptado às próprias tradições ou adotado apenas para uso civil, mantendo-se outro calendário para fins religiosos”.
      Réveillon: palavra de origem francesa. O verbo reveiller significa “despertar” e foi adotado de forma poética para se referir ao “despertar de um ano novo”. Os brasileiros que costumavam viajar à Europa trouxeram a expressão no início do século 19. As cores do ano novo: branco – sorte; amarelo – dinheiro; rosa – amizade; vermelho – paixão; azul – saúde, verde – esperança; marrom ou bege – trabalho. Superstições: pular sete ondinhas, comer sete uvas e guardar os caroços, comer uma colher de lentilha, chupar sete sementes de romã, guardar uma folha de louro na carteira. Iemanjá: entidade feminina mais respeitada do candomblé. No Réveillon, três rosas, moedas e perfume são as oferendas mais comuns à rainha do mar e, de acordo com a religião, é importante não dar as costas para o mar após a homenagem. Curiosidade: No início da era cristã, a Igreja Católica considerava as festividades do Ano Novo uma celebração pagã. A data só passou a ser comemorada livremente (livremente – repito – entendeu a sutileza?) pelas nações ocidentais há 400 anos, quando a Igreja criou sua própria interpretação do significado.
      Já estamos em 2004. Em vez de olhar para o passado, requentando notícia velha, devemos mirar o futuro. Os juros e a inflação estão caindo, a atividade econômica dá sinais de recuperação desde novembro, muitas reformas já foram aprovadas pelo congresso, é ano de eleições municipais – enfim tudo indica que teremos um 2004 melhor que 2003, inclusive em Rio Pomba. Será que estou sonhando o sonho errado? Será que tem gente se acovardando e se acomodando? Será que para se ganhar e/ou solucionar problemas tenhamos que fazer treino de classificação, pit stop, grid de largada, pole position, musiquinha da vitória, banho de champã, ou o que quer que seja? Do ano passado ficaram a vaca louca, que voltou a atacar, porém em outras paragens e a vaca da Parmalat. De 2003 ficou a certeza de que as guerras modernas não foram feitas para ganhar, mas para eternizar problemas. Os problemas do Afeganistão e do Iraque estão se tornando insolúveis, o de Rio Pomba, não. Espero. Aqui aconteceram coisas inusitadas nesse réveillon, mas não necessitamos matar gatos, como os chineses, para sanar o problema da gripe asiática. Graças a Deus nossa vaquinha do presépio do Natal continua a simbolizar o nosso lado bom. Este fato já pegou muito mal para as cores rio-pombenses. Precisamos de diálogo e acabar com trololós, já que a culpa é do mordomo que no tribunal, indagado pelo juiz assim se explicou: - pois foi assim senhor juiz: estava eu na cozinha com a faca de cortar presunto. Nesse momento entrou a minha mulher, tropeça, cai sobre a faca que a espeta no peito. – Sim... Diz o juiz – Continue... – Pois foi assim... Sete vezes!!!
      Neste réveillon, com muitos decibéis, já vimos à queima de fogos no palácio da Alvorada em Brasília. Em Londres à beira do rio Tâmisa, em Edimburgo, na Escócia, em Berlim, em Paris na Av. Champs-Elysées. Nos Estados Unidos comemorado diversas vezes, na Rússia, 11 vezes, tudo em razão dos diversos fusos horários. Em Bagdá (berço do réveillon), infelizmente os decibéis foram incalculáveis com explosões de carros bomba. No mundo inteiro o réveillon foi comemorado. Só quem já passou o réveillon no Rio e em Cabo Frio, que está comemorando seus 500 anos, é capaz de entender porque é o segundo evento turístico da cidade maravilhosa e o primeiro da cidade mais limpa e alegre do Brasil. Afinal, em que outros lugares do mundo, dois milhões de pessoas reúnem-se em um cenário deslumbrante vivendo um momento mágico, inesquecível, emocionante e incomparável? Se você não quiser muitos decibéis na cuca não vá a CABOFOLIA, de 22 a 25 deste mês em Cabo Frio, porque lá teremos Terra Samba, Babado Novo, Cheiro de Amor, Ara Ketu, Chiclete com Banana, Ivete Sangalo e Asa de Águia, muitos foguetes e muito som. O Réveillon no Brasil foi festejado 4 vezes devido ao fuso horário. Em todas as capitais, cidades históricas e outras, inclusive Tabuleiro e Silveirânia. Esperamos que nossas soluções, mesmo que light, não deixem um travo muito amargo na boca. Não é necessário ser profeta para prever que em Rio Pomba, no ano que vem teremos Réveillon.

"Não julgueis para não serdes julgados. Pois com o julgamento com que julgais sereis julgados, e com a medida com que medis sereis medidos."

                                                     (Jesus Cristo)




- Praça Ministro Odilon Braga

                    Subsídio (Publicado no jornal “O Imparcial”, 03 de fevereiro de 2002)


Este monumento, se restaurado, colocado em nível mais elevado e removida esta grade, ficará muito mais bonito e visível, além de cumprir a função urbanística proposta

Desenho ilustrativo. Estacionamento nos mesmos moldes do da rodoviária antiga, da qual sugerimos a demolição.

Grande local para estacionamento. Local abandonado e inútil. Propomos transformá-lo em estacionamento arborizado, bonito e útil ao POVO, a quem de fato pertence.

      Originalmente essa praça chamava-se Pça. Conde D’Eu (Dê). Eram duas: a Pça. da Matriz ou Dom Viçoso e a Pça. Conde D’Eu (Dê), que posteriormente passou a se chamar Pça. Marechal Deodoro e, depois, Ministro Odilon Braga. As duas, unificadas pela natureza, situam-se em frente à Igreja Matriz de São Manoel. Todo o complexo hoje é denominado Pça. Ministro Odilon Braga.
    Odilon Braga foi prefeito desta cidade. Foi ele quem fez o plano da revolução de 30. Foi ministro da Agricultura do Governo Getúlio Vargas e o único que teve coragem de renunciar por não concordar com a ditadura imposta. Foi candidato a vice-presidente do Brigadeiro Eduardo Gomes em 1950, tendo perdido para Getúlio, que se reelegeu. Sua irmã Ruth Braga (a última da família Braga) faleceu, recentemente, em novembro de 2001.
      Em respeito à memória de Dr. Odilon e de toda sua família, gostaríamos que o monumento fosse restaurado e a praça remodelada. A iluminação do monumento está queimada há anos e no pedestal faltando mármore e polimento. O gasto é muito pequeno e completamente viável. Quanto ao gradeamento que cerca o local, achamos que agora deva ser removido, dando maior destaque à obra do amigo e arquiteto Dr. Gilson Moreira Neves. Sinto-me completamente a vontade para sugerir a retirada do gradeamento, pois fui eu quem o sugeriu ao saudoso Pref. Toninho Mota. A nossa intenção foi proteger a praça da ação dos predadores, o que de fato aconteceu. Inseriu-se à paisagem urbana com naturalidade e foi absorvida pela população como benéfica. Hoje, penso diferente em razão da evolução dos tempos. Estamos no século XXI. Essa grade está dificultando a visão dos passantes e não cumpre a função urbanística, ora proposta.
      Este canteiro que se encontra no meio da praça (vide foto) deve ser substituído, dando lugar a um estacionamento conforme desenho demonstrativo e ilustrativo. Até hoje, só serviu para chacota dos, vamos dizer assim, debochados. Uns dizem que se parece mais com uma grande catacumba, outros que serviria melhor para uma horta comunitária. O certo é que não é útil pra nada. Tudo começou porque a APAE (eu estava na diretoria) fazia anualmente quatro dias de festas no local, incomodando os vizinhos e, principalmente, o Hotel Regina. Somente o amigo Tutuia, dono do hotel, com aquele grande coração, nunca reclamou, apesar de ser o mais prejudicado. Nesse local, a meninada vivia sempre jogando bola, inclusive os meus filhos (hoje as crianças ainda jogam, num pequeno espaço, um tal de “Beti”. Pode não). A pedido dos vizinhos, a administração municipal daquela época resolveu fazer o que fez. Solução comparável ao indivíduo que ao invés de tratar da perna com pereba, resolveu engessá-la, camuflando o problema.
      Tanto na rodoviária antiga, que sugerimos sua demolição, quanto nesta praça, a idéia primeira é beneficiar e valorizar o ser humano. De sã consciência, não vejo quem diga que essas modificações e arborizações propostas não sejam muito mais bonitas, harmoniosas e úteis. Em ambos os casos, o estacionamento é a consequência. É o caso de se unir o necessário e útil ao agradável. Sugerimos procurar um paisagista que possa e deva melhorar as ideias. Talvez ele mude Fícus Americano para Oiti ou para Pau Ferro. Não sei. Não tenho bola de cristal. Lembro que Oiti (av. Dr. José Neves) dá sombra, aceita poda e atinge sua plenitude por volta de dez anos. O Pau Ferro não dá sombra, demora 15 anos, mas é uma árvore de caule extraordinariamente bonito (vejam-no na Escola Agrícola). O Ficus Americano com quatro anos já é uma árvore adulta, é maleável, aceita poda e pode ser direcionada para o que se quiser, para sombra, para o ser humano e veículos etc. (vejam-nos na Biquinha e/ou na Pça. do Baixio ao lado do posto).

O Problema. Feiura abandono e inutilidade.

A Solução. Restauração do monumento e transformação da praça em estacionamento arborizado, conforme croqui.

Beneficia o Clube dos Trinta, por ocasião de suas festas; a Matriz de São Manoel, por ocasião de missas, casamentos e outros eventos; o Banco do Brasil, o Banco Itaú e a Caixa Econômica Federal, para estacionamento de seus clientes; e ao ser humano, ou seja, ao povo, a quem de fato pertence.

A Pça. Foi mudada para melhor. O monumento foi restaurado conforme nossa sugestão, mas ao invés de se implantar um estacionamento (mais útil) para uns 16 carros e plantio de árvores, foi feita uma outra praça do lado de uma outra já existente (Pça.Dr. Último de Carvalho).
AGORA É RIO POMBA CONTRA O RESTO COMPROVANDO QUE AS IDEIAS TRIUNFAM MAIS QUE AS ARMAS.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

- PRAÇA GETÚLIO VARGAS

                 Subsídio  (Publicado no jornal “O Imparcial”, 07 de abril de 2002.

Até que o sol não brilhe, acendemos uma vela na escuridão (Confúcio)

                                                                                                     


          A solução indicada
pela seta resolve o problema do
perigo de veículos na contramão.

A PRAÇA QUE VIROU SORVETE. Seguinte: “Kibon é gostoso e faz bem”; aí veio outra indústria de sorvete e colocou o nome de ESQUIBOM para, evidentemente, aproveitar a propagando da KIBON, que judicialmente a obrigou a mudar de nome. Daí o nome de “SORVETE SEM NOME”, na tentativa de ironizar a determinação judicial. Pois bem: a pça. Getúlio Vargas teve seu nome mudado pela Câmara Municipal, mui merecidamente, para praça Dr. Romeu Vidal. Tiraram as placas indicativas que havia em todas as esquinas e o comércio foi notificado da mudança de nome (não sei se oficial ou oficiosamente), também não importa. De qualquer maneira, a Câmara dos Vereadores chegou à conclusão, a posteriori, de que a praça não poderia ter o seu nome mudado de forma arbitrária, ou seja, sem PLEBISCITO, e, às vezes, até com o consentimento dos parentes do nome da praça original. As possibilidades de aprovação, de acordo com a lei, de mudança de nome são menos de 5%, portanto muito difícil. Parece-me que existe uma lei proibindo mudar nomes de pessoas de lideranças do poder executivo (prefeitos, governadores e presidentes) sem plebiscito etc. Isto posto, tiveram que voltar atrás. Hoje, a praça não tem placas indicativas em nenhuma das esquinas. Tornou-se uma PRAÇA SEM NOME, COMO O SORVETE. Isto tem dificultado muito a entrega de mercadorias no comércio local.
      A praça é muito bem dividida (smj/salvo melhor juízo), com tudo nos seus devidos lugares, porém necessitando retirar a Coroa-de-Cristo (nome científico: Euphorbia splendens), que espinha e pode até cegar conforme aconteceu com um funcionário da Prefeitura; impõe-se que em seus canteiros sejam plantadas plantas ornamentais; é indicado e preciso que seja calçada (Cerâmica tipo a do ALPHAVILLE, do trevo BB/Ouro Preto – vá e verá), eliminando qualquer chance para as bactérias; inevitável tirar esse CAIXOTE, ou seja, essa barraca de lanche que dá um aspecto desagradável à paisagem urbana (é feio e sem praticidade). Se for o caso, remanejá-lo para dentro da praça com um projeto urbanístico-arquitetônico. Enfim, cuidar dela.
      A bem da verdade, tenho a dizer que moradores da praça procuraram-me para servir de PORTA-VOZ do mal maior, qual seja: veículos descendo a rua Domingos Inácio e dobrando à esquerda, na contramão logo que chegam à praça. Estão colocando em risco a vida de diversas crianças que ficam ali brincando. Às vezes sobe-se na contramão, muito raramente, pela Domingos Inácio. Daí nossa sugestão conforme CROQUI com canteiro ou até mesmo bloco de cimento.

O PROBLEMA. Praça mal cuidada, sem placa indicativa e ocasionando perigo com veículos na contramão.
A SOLUÇÃO. Cuidar da praça com projeto urbanístico e resolver já o perigo que estão correndo nossas crianças, conforme idéia do CROQUI, SIMPLES, FÁCIL e BARATO.

A barraca existente degrada a paisagem. A única coisa que tem de bonita ai é esse ipê amarelo lindíssimo. Se for o caso de ter obrigatoriamente uma barraca de lanche nesse local, que se faça um QUIOSQUE decente, dentro da praça conforme esse da foto da Praça de Paraíba do Sul-RJ, com mini cozinha, freezer e banheiro.


“Cada coisa tem sua hora e cada hora o seu caminho”.

                                                      (Raquel de Queiroz)
NOTA de 14.05.2012 – Com a implantação da nova sinalização de trânsito e as placas de ruas conforme nossa sugestão, a praça agora tem nome.


- PÓRTICOS - A ERA BIN LADEN

Subsídio I Publicado no jornal “O Imparcial”, 11 de novembro de 2001.          
 (1ª crônica publicada pelo autor) 
      Acrise argentina, a alta do dólar, os ataques terroristas aos Estados Unidos, a invasão do Afeganistão por tropas aliadas. Coliformes talibãs escondidos atrás daquela carinha ingênua das águas minerais; assaltos de todos os gêneros; sequestros; tráficos de drogas e crianças; escravidão; a carta-bomba, a carta-antraz de você com a morte postal (quem sabe é por isso que o Bin Laden se esconde em cavernas?); a bala perdida; o envenenamento do e-mail – vírus “I Love you”, deletando o armazenamento de anos de computadores; a pipoca do micro-ondas com seus raios cancerígenos; o sol das praias combinado com o efeito estufa que sai da camada de ozônio e transforma essa curtição de se dourar n’areia em grande perigo; o monopólio da Globo e sua antipatia com “liminares” proibindo programas de outras emissoras; a falta de criatividade do “SBT” procurando Marrocos (SBT Repórter) para obscurecer “O CLONE”, da Globo; a ameaça de não acontecer a Copa no Japão e Coréia, a exemplo na IV Copa do Mundo, adiada devido a Segunda Guerra Mundial que arrasou com a Alemanha e parte da Europa; a roubalheira e falta de idoneidade e ética de nossos políticos e dirigentes esportivos.

      Bush, tentando garantir a unidade da coalizão antiterror, deverá se encontrar com os governantes de Grã-Bretanha, França, Brasil, Índia, Irlanda e Argélia. Cuidado, Fernando Henrique! Não caia nessa de mandar regimento dos nossos irmãos brasileiros para essa guerra inglória. Queremos a PAZ para toda a humanidade.
      O nosso pó branco é talco ou coisa do gênero. Daria vontade até de dizer, se estivesse nos Estados Unidos, quando o carteiro chegasse à minha porta chamando por mim com a carta na mão, gritar de volta: não tem ninguém aqui com esse nome. Mudou faz tempo pra longe e... CUIDADO COM O PAPAGAIO, pois ele estuma o cachorro: “pega Rex, pega Rex” – e o cachorro morde. Ainda bem que estamos no Brasil. O que é bom para o americano pode não ser mau para o brasileiro, por isso devemos nos precaver política e administrativamente. Ainda bem que estamos em Rio Pomba, cidade privilegiada por sua topografia, seus habitantes, sua cultura e sua paz. Mas ainda podemos melhorar, ou melhor, devemos melhorar. Queria que estivéssemos na “ERA DINGA”, de conquistas, de realizações e de respeito por nosso semelhante, por sua inteligência, sua criatividade, sua vontade de realizar e de viver dignamente.


Loca: Pça da Rodoviária - Entrada principal da cidade.

Local: Pça da Rodoviária - Saindo da cidade

Queremos vivenciar alegrias e realizações

ENTRADAS DA CIDADE/PÓRTICOS: A exemplo do que já conhecemos de outras cidades, poderemos, perfeitamente, fazer PÓRTICOS nas três entradas da cidade. Causa muito boa impressão, dá imponência, idéia de organização e credibilidade, entre outras “cositas más”. Aí você me perguntaria: Mas, e o custo? A prefeitura, com problemas financeiros herdados, deveria priorizar gastos extras desse porte? Então responderia: Isto não importa, deveria prevalecer a vontade de realizar. Cabo Frio, do meu amigo prefeito Alair Corrêa, tem mensagens nas entradas da cidade com frases de compositores. O município teve que pagar por isso e o direito de exploração por 10 anos. Este não é o nosso caso, porque não estamos cobrando nada e essas frases são nossas.
Nossa idéia é de que duas ou mais firmas comerciais estariam autorizadas a construir oS pórticoS em troca de vantagens por tempo determinado. Vejam que neste exemplo de portal existe uma pequena guarita. Esta guarita deveria ter telefone, mapas da cidade, informações turísticas (Museu Histórico, Carnaval, ADER/Circuito ao Queijo, Festa do Padroeiro São Manoel, serestas, Torneio de Férias, Escola Agrotécnica, AABB, América A.C., Pombense E.C., Clube Recreativo Caiçaras, Bar da Lagoa, parque industrial, parque de exposições, indústrias e lazer, hotéis; além das informações, é lógico, do jornal da cidade, “O IMPARCIAL”, e das firmas comerciais que explorariam o local. Pela nossa idéia, o portal deveria ser construído na praça da Rodoviária e deveria conter na entrada sentido Rodoviária/Centro, os dizeres: “Rio Pomba Cidade-Sedução: Bem-Vindo”. Do outro lado, sentido Centro/Rodoviária, os dizeres: “Valeu, foi bom ter você aqui”.
E por acreditarmos que possam, agora, ser realizadas e por termos certeza de que nós as realizaríamos, a exemplo do que já o fizéramos na administração do Toninho Mota, quando nossas ideias foram todas aceitas e colocadas em prática, assim como todos os projetos da AABB por nós elaborados e algumas palhinhas no América, no Levanta Poeira, no Clube dos Trinta (Churrascaria e outros melhoramentos) e no Coral Municipal... E por acreditarmos que agora chegou a vês de...

CORRERMOS “ANTRAZ” DO PREJUÍZO

TREVOS: Hoje vamos tecer alguns comentários a respeito dos nossos trevos. Nossa porta de entrada. Porta da sala. Criticar é fácil, apresentar soluções, às vezes, não.
Vamos fazer a crítica e apresentar as soluções. Existem vários motivos para não se realizar uma coisa, mas existe um para realizar. Esse deverá prevalecer.
TREVO DA RODOVIÁRIA / DISTRITO INDUSTRIAL


Abrigo - Trevo: Rodoviária / Distrito Industrial


ABRIGO: O problema. Está faltando acabar a entrada para o Distrito, mas não é este o assunto que vamos abordar. Sabemos que, pelo menos, a linha de ônibus Cel. Fabriciano/Juiz de Fora não passa na Rodoviária de jeito nenhum. Acontece que esse ônibus vindo de Cel. Fabriciano passa no local do trevo por volta das 4 da matina e deixa seus passageiro, nossos conterrâneos e visitantes, ao relento, às vezes de baixo de chuva, a uma distância – pasmem! – de mais ou menos 30 metros da Rodoviária e do Ponto de Táxi. Esse problema também acontece no sentido inverso, porém o horário é mais acessível.

A solução. Além de viabilizar a entrada desses ônibus, num entra e sai da Rodoviária, deveríamos construir um ABRIGO nos dois lados das mãos de direção, conforme “montagem” da foto 3. Esse abrigo deveria ser no mesmo estilo do “portal de entrada”. Além de embelezar o trevo, ele, por óbvio e o óbvio não se comenta, seria de extrema utilidade.

ENTRADA PARA O BAIRRO LINDO VALE E ESCOLA AGRÍCOLA


50 metros antes da entrada para a Escola Agrotécnica Federal de Rio Pomba

 O problema. Falta de visibilidade e o perigo constante que se apresenta há mais de 20 anos. Esta estrada de Rio Pomba/Ubá é cheia de armadilhas e esta é uma delas: você vem com duas pistas de subida e uma de descida, como se pode ver na foto. As duas se transformam em uma única, de uma hora para outra, sem qualquer visibilidade e aviso. É perigo constante. Se não se tomar uma providência urgente, vamos ter que deixar esse indivíduo da foto com o “PARE” toda vez que vier mais de um carro subindo.
A solução. Construir um trevo digno e UM PÓRTICO. Parece-me que a solução, ainda que tardia, está vindo, como se pode deduzir pela foto. Tomara que seja isto mesmo e não apenas um alargamento de pista.
ENTRADA SENTIDO BARBACENA / RIO POMBA
Entrada sentido Barbacena/Rio Pomba
O problema. É o local mais perigoso da cidade, sem dúvida nenhuma. A curva puxa muito e, principalmente à noite, o motorista se depara com uma luz na cara e se assusta. Comprova essa minha afirmativa o fato de, no local, haver morrido mais de 15 pessoas, nesses últimos anos. Não tem nenhuma proteção na lateral de uma pirambeira de uns 50 metros até às margens do rio São Manoel, onde diversos veículos já caíram. Os fatos falam mais alto.
A solução. Desapropriar umas pequenas casas do lado oposto para alargar e sinalizar a pista. Colocar posteamento da CFLCL antes da curva, servindo mais como um alerta, passeios e proteção de curva de estrada.
-  Na imediações também seria aconselhável UM PÓRTICO.

ENTRADA PARA A VILA SOSSEGO. DIREÇÃO AABB / JARDIM  AMÉRICA
O problema. Não tem acostamento e nem trevo. Perigo constante
A solução. Muito fácil seria fazer um acostamento e um pequeno trevo como o que fizemos na entrada da AABB. O custo é muito pequeno e o benefício, muito grande.
Rapidinhas
• Notamos que o estacionamento na Pça. Dr. Último de Carvalho deve ser mudado. Os carros deveriam estacionar de ré. A segurança seria outra.

• Na av. Dr. José Neves, o estacionamento deveria ser somente de um lado, no sentido bairro Jardim América/Centro. Este caos necessita acabar.
• As ruas Dr. Dutra, Joviano Teixeira e João Marcelino devem ter mão única. Aliás a cidade toda deve ter mão única com ligeiras exceções.
• O prédio da rodoviária antiga, no centro de cidade, é uma vergonha. Precisa ser, urgentemente, demolido. O Dr. Romeu autorizaria. Já surtiu o efeito desejado para a época.
• A Ponte do Matadouro necessita, urgentemente, de melhorias e reparos. Passarela de pedestre por fora. A ponte está trincada. Voltaremos ao assunto.
Semáforos. A esquina da av. Dr. José Neves com Cel. Antônio Pedro (Farmácia da Aparecida) e esquina da av. dr. José Neves com a rua da Plama (chegada de Ubá/Barbacena) são os pontos mais perigosos da cidade. Muitos acidentes já aconteceram nestes locais, inclusive fatais.
• Fechar o trânsito, no centro, em fins de semana, foi uma boa idéia. Poderíamos aproveitar para criar “o encontro dos seresteiros”.

LIVRO DE CRÔNICAS DO SANTÃO: Nós o estamos aguardando com grande expectativa. Ler suas crônicas é aprender português. Como escreve bem este amigo Santão. Fosse eu professor de português, seu livro seria adotado para análise e estudo do nosso vernáculo.

NOTA (23/01/2012) – O Senhor Prefeito Dr. Fernando me confidenciou que os PÓRTICOS vão sair e que o CEMITÉRIO vai ser remodelado após acordo com o proprietário do terreno ou desapropriação. Fico satisfeito em saber que nossas ideias da coluna SUBSÍDIO estão logrando êxito. É muito bom vivenciarmos alegrias e realizações.