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| Foto Ricardo Matsukawa / Terra |
Mario Götze de 22 anos sai do banco de reservas e
com menos de 30 minutos recebendo o bastão de Klose para superá-lo em
importância em decisões. Klose com 16 gols marcados em copa superou Ronaldo com15.
Götze superou seu compatriota Klose, mas não superou nosso Ronaldo que também marcou
contra a Alemanha gols decisivos. Agora a Alemanha, depois de 24 anos, é tetra se
igualando à Itália e ficando a uma conquista da Seleção Brasileira, única
pentacampeã e maior vencedora. É a primeira vez que o time conquista o título
desde a reunificação do país: os outros três foram ganhos como Alemanha
Ocidental, em 1954, na Suíça; em 1974, na Alemanha; e em 1990, na Itália.
Los hermanos argentinos,
leões azuis, poderiam ter ganhado se tivessem aproveitado as chances perdidas. Tiveram
as melhores oportunidades. Esse jogo não foi um jogo, foi uma maratona com o
limite da força física e da superação causando a admiração de todos. A festa
das torcidos foi admirável e teve momentos em que a da Alemanha superou a da Argentina.
Pasmem!
Choque de cabeça foram uma constante nesta Copa. Não
engulo esse negócio de Brasil com “Z”. No final em entrevista aos alemães eles
disseram que a ficha não havia caído ainda, imagine a nossa depois do 7 X 1. O
goleiro alemão Manuel Neuer mereceu o prêmio de
melhor goleiro da Copa (Luva de Ouro), mas Messi não mereceu o de melhor
jogador da Copa (Chuteira de Ouro). Pelo menos uns 4 foram melhores do que ele:
Roben da Holanda e o nosso Neymar. A FIFA voltou a da um Prêmio de Consolação
ao perdedor da final a exemplo do que já havia feito quando o Brasil superou a
Alemanha em 2002 e quem deveria ganhar a Luva de Ouro era o nosso São Marcos e
não o Oliver Kahn (Mico Leão Dourado).
Já escrevi sobre isso na ocasião.
Os
alemães nos deram uma aula de cidadania, simpatia e organização e curtiram o
Brasil com suas esposas e filhos. Foi a primeira vez que um time europeu ganhou
um título nas américas.
E o Galvão com aquele seu vozeirão: acabou, acabou, a alemanha é tetra.
Vi pela TV aquele argentino fantasiado de Papa Francisco chorando e
fiquei triste por isso. O relógio da Matriz de São Manoel de Rio Pomba – MG estava
repicando seus sinos para convidar para a missa da 19 h e a imagem do Cristo
Redendor do Rio de Janeiro, com as cores da Alemanha encantando a todos
expectadores.
Viva a Alemanha, eles viveram o Brasil e o descobriram a mais de 500 anos
depois de Cabral.
Geração da FIFA captou esse
ângulo do Cristo Redentor durante a transmissão da final da Copa do Mundo,
entre Alemanha e Argentina.
Presságio de melhores dias para a
humanidade.
CRISTO OLHAI POR NÓS.
Sou uma pessoa que me alegro com as grandes e
pequenas coisas / Às vezes conquisto somente as pequenas / Mas me contento e
luto pelas grandes.
(Sonhador – livro Poemas “Pedaços de um
instante’ de Antônio Fábio)
“E chego à conclusão de que a derrota, para a
qual nunca estamos preparados, de tanto não a desejarmos nem a admitirmos
previamente, é afinal instrumento de renovação da vida”.
(do livro “Quando é dia de futebol”- ( Carlos Drummond de Andrade Jornal
do Brasil, 07/07/1982)
Ficha técnica
Data: 13 de julho de 2014
Horário: 16h00 (de Brasília)
Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Nicola Rizzoli (ITA)
Assistentes: Renato Faverani (ITA) e Andrea Stefani (ITA)
Cartões amarelos: Schweinsteiger, aos 28 min., Höwedes, aos 32 min. do 1°t (ALE); Mascherano, aos 18 min., Agüero, aos 20 min. do 2°t (ARG)
Gols: Götze, aos 7 min. do 2°t da prorrogação
Alemanha: Neuer; Lahm, Boateng, Hümmels e Höwedes; Kramer (Schürrle, aos 31 min. do 1°t), Schweinsteiger, Özil (Mertesacker, aos 15 min. do 2°t da pror.) e Kroos; Klose (Götze, aos 42 min. do 2°t) e Müller
Técnico: Joachim Löw
Argentina: Romero; Zabaleta, Demichelis, Garay e Rojo; Mascherano, Biglia e Perez (gago, aos 40 min. do 2°t); Messi, Higuaín (Palacio, aos 31 min. do 2°t) e Lavezzi (Agüero, no intervalo)
Técnico: Alejandro Sabella
Data: 13 de julho de 2014
Horário: 16h00 (de Brasília)
Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Nicola Rizzoli (ITA)
Assistentes: Renato Faverani (ITA) e Andrea Stefani (ITA)
Cartões amarelos: Schweinsteiger, aos 28 min., Höwedes, aos 32 min. do 1°t (ALE); Mascherano, aos 18 min., Agüero, aos 20 min. do 2°t (ARG)
Gols: Götze, aos 7 min. do 2°t da prorrogação
Alemanha: Neuer; Lahm, Boateng, Hümmels e Höwedes; Kramer (Schürrle, aos 31 min. do 1°t), Schweinsteiger, Özil (Mertesacker, aos 15 min. do 2°t da pror.) e Kroos; Klose (Götze, aos 42 min. do 2°t) e Müller
Técnico: Joachim Löw
Argentina: Romero; Zabaleta, Demichelis, Garay e Rojo; Mascherano, Biglia e Perez (gago, aos 40 min. do 2°t); Messi, Higuaín (Palacio, aos 31 min. do 2°t) e Lavezzi (Agüero, no intervalo)
Técnico: Alejandro Sabella
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